GLOSSÁRIO LOGÍSTICO (C)

| A | B | C | D | E | F | G | H | I | J | K | L | M | N | O | P | Q | R | S | T | U | V | W | X | Y | Z |

C&F
veja CUSTO E FRETE

C2B - CONSUMER-TO-BUSINESS (C2B - CONSUMER-TO-BUSINESS)
Aqui se encaixa o leilão reverso. Ao invés do consumidor procurar o melhor lugar para comprar o que deseja e de acordo com suas possibilidades, são as companhias que devem se adequar e tentar oferecer a melhor proposta.

C2C - CONSUMER-TO-CONSUMER (C2C - CONSUMER-TO-CONSUMER)
É onde consumidores negociam com consumidores. O exemplo clássico são os leilões virtuais.

CABOTAGEM (CABOTAGE)
Navegação costeira que tem lugar entre portos de um mesmo pais ou região.

CAD - CASH AGAINST DOCUMENTS
veja PAGAMENTO EM DINHEIRO CONTRA ENTREGA DE DOCUMENTOS

CADEIA DE ABASTECIMENTO ELETRÔNICO (E-SUPPLY CHAIN)
Um conceito em que todos os participantes de uma cadeia de abastecimento estão conectados em rede para simultaneamente responder as necessidades dos clientes finais.

CADEIA DE ABASTECIMENTO (SUPPLY CHAIN)
A cadeia de abastecimento (Supply Chain) é constituída pelo conjunto de organizações que mantém relações mútuas no sentido do início e do final da cadeia logística, criando valor na forma de produtos e serviços, desde os fornecedores até o consumidor final.

CADEIA DE VALOR (VALUE CHAIN)
As funções dentro de uma empresa que agrega valor aos produtos ou serviços que a organização vende para os clientes e pelos quais recebe pagamento Uma técnica popularizada por Michael Porter que define uma série de atividades, agrupadas em atividades primárias e de apoio, que uma organização desempenha para produzir valor agregado a seus produtos e serviços.

CAGED STORAGE
veja ARMAZÉM CONTROLADO

CAIS (QUAY / WHARF)
Parte de um porto destinada a atracação ou ancoradouro de embarcações na qual se efetua o embarque e desembarque de passageiros e carga. Área de doca paralela que permite a carga e descarga de um navio ou embarcação de um dos lados.

CAIXA DE ACUMULAÇÃO (ACCUMULATION BIN)
Local usado para acumular todos os componentes que fazem parte de uma montagem antes de ser enviada a uma empresa.

CAIXA PRINCIPAL (MASTER CARTON)
Uma caixa grande utilizada como caixa de expedição para pacotes menores. E utilizada principalmente como proteção. Permite simplificar a movimentação dos materiais através da redução do número de peças manuseadas.

CALADO (DRAUGHT)
Distância vertical entre a superfície da água em que a embarcação flutua e a face inferior da sua quilha. Durante a construção de uma embarcação, as marcas do calado são soldadas em cada um dos fados perto da proa, popa e meia-nau.

CÁLCULO DAS NECESSIDADES DE ESTOQUES (STOCHASTIC REQUIREMENTS CALCULATION)
Determinação dos materiais e componentes necessários em determinado período de tempo com base na extrapolação de dados históricos, obedecendo algum padrão de níveis de estoques.

CÁLCULOS ESTATÍSTICOS DO ESTOQUE SEGURANÇA (STATISTICAL SAFETY STOCK CALCULATIONS)
Determinação matemática de quantidades de estoque de segurança que considera previsão de falhas, tamanho de lote, níveis desejados de atendimento ao cliente e o índice de lead time frente ao período de previsão. O estoque de segurança frequentemente é o produto do fator de segurança adequado e o desvio padrão ou desvio absoluto da distribuição das falhas de previsão da demanda.

CÁMARA DE COMPENSAÇÃO (CLEARINGHOUSE)
Organização constituída para processar e coletar tarifas para um grupo de transportadores.

CAMINHÃO (LORRY)
Veiculo motorizado usado para o transporte de produtos.

CAMINHO CRITICO (CRITICAL PATH)
Numa rede de atividades, é o caminho de duração mais longo, isto é, a sequência de atividades que determina o tempo de execução de todo o projeto, desde seu Início até a sua conclusão, sem folgas.

CANAIS DE ARMAZÉM ÚNICO (SINGLE WAREHOUSE CHANNELS)
Uso de um único armazém que atende as necessidades do varejo dentro de determinada área. O canal de armazém único geralmente é chamado de canal de disparo porque os produtos saem diretamente da fábrica para o atacadista, que então atende as necessidades dos varejistas.

CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO (DISTRIBUTION CHANNELS)
O meio de entrega de produtos ao consumidor final, incluindo o escoamento do varejista, pedidos postais, catálogos, e novas mídias, tais como TV, home shopping e comércio eletrônico.

CANAL (PIPELINE)
Canal no qual o fluxo de material, pessoas e informações, flui desde a fonte de abastecimento até o ponto de uso ou do ponto de falha até o ponto de reparo.

CANAL ESCALONADO (ECHELON CHANNEL)
Método utilizado na movimentação de produtos das instalações de um fabricante por uma série de instalações intermediárias até chegar ao varejista. Neste método escalonado, cada nó escalonado atende as necessidades do nó seguinte. Uma expedição de uma fábrica pode consistir de um lote de determinado produto que seria movido para armazéns multi-regionais. Nos armazéns multi-regionais. uma operação de fracionamento de carga misturaria as combinações destes produtos com outros para um novo armazém regional.

CANAL LOGÍSTICO (LOGISTICS CHANNEL)
Rede de intermediários envolvidos na transferência, armazenagem, movimentação e comunicações - funções que contribuem para o fluxo eficiente de produtos.

CANAL PÓS-PRODUÇÃO (POST-PRODUCTION CHANNEL)
Segmento do canal logístico que tem por objetivo. incluir apenas as atividades encontradas depois que um produto sai da produção.

CANAL PRÉ-PRODUÇÃO (PRE-PRODUCTION CHANNEL)
Segmento do canal logístico que inclui somente as atividades encontradas antes da matéria-prima e componentes entrarem na produção.

CANTILEVER RACK
veja ESTRUTURA TIPO CANTILEVER

CAO-COMPUTER AIDED ORDERING
veja PEDIDO ASSISTIDO POR COMPUTADOR

CAPACIDADE CALCULADA (CALCULATED CAPACITY)
Capacidade verificada de um sistema. Tradicionalmente, a capacidade se calcula a partir de dados como as horas planejadas, eficiência e utilização. Sin.: capacidade nominal.
No contexto da teoria das restrições, capacidade calculada = horas disponíveis x disponibilidade x ativação, de onde a ativação é função da produção programada e da disponibilidade relacionada ao tempo de operação. Sin.: capacidade permanente.

CAPACIDADE CONTÍNUA DE REPOSIÇÃO (CONTINUOUS REPLENISHMENT CAPABILITIES)
Porcentagem dos clientes que estão sendo reabastecidos dentro de um acordo de reabastecimento contínuo. A porcentagem da unidade de estoque mínimo coberta por este acordo.

CAPACIDADE DE EFETIVAÇÃO DE PEDIDO (ORDER FILL CAPACITY)
Capacidade de prover as quantidades desejadas em uma base consistente.

CAPACIDADE DE SEGURANÇA (SAFETY CAPACITY)
Planejamento ou reserva de potencial humano e/ou equipamentos acima das necessidades conhecidas para apoiar a demanda inesperada.

CAPACIDADE DEMONSTRADA (DEMONSTRATED CAPACITY)
Capacidade provável, calculada a partir de dados reais de comportamento da produção, normalmente expressa como um número médio de produtos multiplicado pelas horas padrões por produto.

CAPACIDADE DO PROCESSO (PROCESS CAPABILITY)
A habilidade de produzir um produto dentro das especificações do cliente. Esta é uma boa forma de identificar a possibilidade de produzir um produto com um determinado nível de qualidade. Capacidade física básica de um equipamento de produção e dos procedimentos associados, para manter as dimensões e outras características dos produtos dentro de limites aceitáveis. Não é o mesmo que tolerância ou especificação das unidades produzidas.

CAPACIDADE FLEXÍVEL (FLEXIBLE CAPACITY)
Capacidade para operar equipamentos de fabricação em taxas distintas de produção, variando o lote de produção e o tempo de operação, ou acionando ou desligando os equipamentos voluntariamente.

CAPACIDADE MÁXIMA DEMONSTRADA (MAXIMUM DEMONSTRATED CAPACITY)
O resultado mais elevado produzido no passado quando se efetuou todos os esforços para "otimizar" o recurso; por exemplo, horas-extras, pessoal adicional, turnos extras ou uso de equipamentos. A capacidade máxima demonstrada é o máximo que se espera produzir em um período de tempo, mas representa um índice que não pode ser mantido por um longo período de tempo.

CAPACIDADE NOMINAL (NOMINAL CAPACITY)
Capacidade demonstrada por um sistema. Tradicionalmen-te, a capacidade é calculada a partir de dados como por exemplo, as horas planejadas, a eficiência e a utilização. A capacidade nominal é igual as horas disponíveis x eficiência x utilização.

CAPACIDADE PRODUTIVA (PRODUCTIVE CAPACITY)
Capacidades adicionais de geração de salda de um recurso quando é operado a 100% de utilização.

CAPACIDADE PROTETIVA (PROTECTIVE CAPACITY)
Determinada quantia de capacidade extra acima da capacidade da restrição do sistema. usada para proteger contra as flutuações estatísticas (quebras, recebimentos de materiais com atraso. problemas de qualidade, e outras). A capacidade de proteção oferece o desempenho frente a prazo e resultado.

CAPACIDADE REQUERIDA (CAPACITY REQUIRED)
Capacidade de um sistema ou recurso necessário para poder produzir uma quantidade baseada em um período de tempo determinado.

CAPACITY REDUIREMENTS PLANNING - CRP
veja PLANEJAMENTO DAS NECESSIDADES DA CAPACIDADE

CAPACITY STRATEGY
veja ESTRATÉGIA DE CAPACIDADE

CARGA (CARGO)
Produtos transportados ou a serem transportados.

CARGA CONTEINERIZADA (CONTAINERIZED LOAD)
Carga geral acondicionada em contêineres intermodais

CARGA DIRETA (DIRECT LOAD)
Expedição retirada ou entregue diretamente ao cliente sem manuseio do terminal de operações

CARGA DISTRIBUÍDA UNIFORMEMENTE (UNIFORMLY DISTRIBUTED LOAD)
Uma carga unitária disposta uniformemente sobre um palete ou unitizador. O peso pela área não varia significamente de um ponto a outro.

CARGA FORA DAS DIMENSÕES (OUT OF GAUGE CARGO)
Carga cujas dimensões excedem as dimensões normais de um contêiner de 20 ou 40 pés, por exemplo largura, comprimento ou altura.

CARGA FRACIONADA (PART LOAD)
Carga geral solta

CARGA GERAL (EM TRANSPORTE AÉREO) (GENERAL CARGO)
Qualquer remessa que não contenha carga valiosa e cobrada por transporte no valor de carga geral.

CARGA GRANEL (BULK CARGO)
Carga homogênea não embalada disposta em determinado espaço de uma embarcação, por exemplo, líquido ou grãos.

CARGA INFERIOR A UM CAMINHÃO (LESS THAN TRUCKLOAD - LTL)
Uma pequena expedição que não ocupa todo o caminhão ou uma expedição que não tem o peso suficiente para qualificar-se para obter um desconto por quantidade.

CARGA INFERIOR A UMA CARRETA (LESS THAN CARLOAD - LCL)
Uma pequena expedição que não ocupa toda a carreta ou uma expedição que não tem o peso suficiente para qualificar-se para obter um desconto por quantidade.

CARGA PALETIZADA (PALLET LOAD)
Carga geral acondicionada em paletes.

CARGA PLANEJADA (PLANNED LOAD)
Horas padrão de trabalho necessário pelas órdens de produção (planejadas) recomendadas pelo MRP.

CARGA SEGURA MANIPULÁVEL (SAFE WORKING LOAD - SWL)
Carga máxima que um mecanismo ou dispositivo de elevação pode suportar.

CARGA UNITIZADA (UNIT LOAD)
É a carga constituída de materiais (embalados ou não) arranjados e acondicionados de modo a possibilitar a movimentação e estocagem por meios mecanizados como uma única unidade. Constitui uma base para um sistema integrado de acondicionamento, movimentação, armazenagem e transporte de materiais.

CARGO ACCOUNTS SETTLEMENT SYSTEM - CASS
veja  SISTEMA DE LIQUIDAÇÀO DE CONTAS DE TRANSPORTE DE CARGA (EM TRANSPORTE AÉREO)

CARGO DECLARATION
veja DECLARAÇÃO DE CARGA

CARGO INTERCHANGE MESSAGE PROCEDURES
veja PROCEDIMENTOS PARA MENSAGENS DE INTERCÂMBIO DE CARGA

CARGUEIRO A GRANEL (BULK CARRIER)
Convés único de embarcação projetado para transportar cargas secas homogêneas não embaladas como grãos, minério de ferro ou carvão.

CARNÊ ATA (ATA CARNET)
Documento alfandegário internacional para uso dos expositores em que precisam cruzar fronteiras transportando produtos valiosos temporariamente. O carnê permite que os expositores levem os produtos temporariamente ao exterior (ex. amostras, equipamentos de medição, e outras) para evitar todos os impostos e formalidades na fronteira.

CARREGAMENTO CONSOLIDADO (MILK RUN)
Rota regular para entrega ou coleta de cargas mistas de vários fornecedores. Por exemplo. em vez de cada um dos cinco fornecedores enviar um caminhão carregado por semana para atender às necessidades do cliente, um caminhão visita cada um dos fornecedores diariamente antes de efetuar entrega na fábrica do cliente. Ainda assim, recebe-se cinco caminhões carregados por semana, mas cada caminhão atendendo as necessidades de todos os fornecedores.

CARREGAMENTO DE CONTRATO DEDICADO (DEDICATED CONTRACT CARRIAGE)
Um serviço contratual terceirizado que fornece veículos e motoristas para um cliente único o qual fará uso exclusivo deste serviço, usalmente executado em uma situação de rota fixa.

CARREGAMENTO FINITO (FINITE LOADING)
Designação de mais trabalho a um centro de trabalho do que o esperado em determinado período de tempo. O termo específico geralmente refere-se a uma técnica de computador que envolve o cálculo de revisões das prioridades de fábrica para nivelar a carga de operações por operação

CARREGAMENTO INFINITO (INFINITE LOADING)
Cálculo da capacidade necessária dos centros de trabalho em períodos de tempo necessário sem respeitar a capacidade disponível para realizar o trabalho.

CARREGAMENTO NIVELADO DA FÁBRICA (LEVEL PLANT LOADING)
Conjunto de técnicas para reduzir a variabilidade na produção em cada unidade de negócio e na cadeia de abastecimento. Carregamento Nivelado da Fábrica é considerado uma das melhores práticas para atingir a efetiva cadeia de abastecimento.

CARRETA INTERMODAL (PIGGYBACK TRAILER ON FLATCAR)
Forma de conteinerização especializada em que se coordena o transporte ferroviário e rodoviário

CARRIAGE PAID-TO-CPT
veja TRANSPORTE PAGO ATÉ

CARRIER HAULAGE (CARRIER HAULAGE)
Serviço de transporte oferecido pelo transportador sob os termos e condições dos documentos relevantes de transporte e tarifas.

CARRIER
veja TRANSPORTADOR

CARTA DE CRÉDITO (LETTER OF CREDIT)
Emitida por um banco e obtida pelo importador. autoriza um determinado banco a pagar ao exportador uma especifica quantia em dinheiro, uma vez que esse banco receba documentação que assegure que as condições estabelecidas na carta de credito sejam cumpridas, i.e., os termos de venda, data de despacho, etc.

CASCADING YIELD LOSS
veja ACÚMULO DE PERDAS DE RENDIMENTO

CASH AGAINST DOCUMENTS - CAD
veja PAGAMENTO EM DINHEIRO CONTRA ENTREGA DE DOCUMENTOS

CASH COLLECTION SHIPMENT - CCS
veja PAGAMENTO CONTRA EXPEDIÇÃO

CASH ON DELIVERY - COD
veja PAGAMENTO CONTRA ENTREGA (EM TRANSPORTE AÉREO)

CASH-TO-CASH CYCLE TIME
veja TEMPO DE CICLO DE CAIXA-A-CAIXA

CASS (CARGO ACCOUNTS SETTLEMENT SYSTEM)
veja SISTEMA DE LIQUIDAÇÃO DE CONTAS DE TRANSPORTE DE CARGA.

CATEGORY MANAGEMENT
veja GERENCIAMENTO DE CATEGORIAS

CELLULAR MANUFACTURING
veja MANUFATURA CELULAR

CENTRALIZED PURCHASING
veja COMPRA CENTRALIZADA

CENTRO DE AGRUPAMENTO (GROUPAGE CENTRE)
Local onde se efetua o agrupamento, reagrupamento e/ou desagrupamento de cargas.

CENTRO DE COMPETÊNCIA (CORE COMPETENCY)
Uma função primária/básica da empresa considerada essencial para o sucesso da mesma.

CENTRO DE DESCONSOLIDAÇÁO (DE-CONSOLIDATION CENTER)
Um armazém em que a maioria dos fretes entram em lotes de caminhão com carga completa e saem em pequenas quantidades.

CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO (DISTRIBUTION CENTER - DC)
Centro de Distribuição (CD) é um armazém:
* cuja missão é realizar a gestão dos estoques de produtos na distribuição física.
* cujas atividades englobam manuseio, armazenagem e administração de produtos e informações e, em alguns casos, colocação de embalagem e rótulos, processamento de pedidos e emissão de nota fiscal.

CERTIFICADO DE RECEBIMENTO DO AGENTE DE TRANSPORTES (FORWARDER CERTIFICATE OF RECEIPT - FCR)
Documento pelo qual o agente de transportes certifica que tomou posse dos produtos com instruções irrevogáveis para entregá-los ao destinatário determinado.

CERTIFICADO DE TRANSPORTE DO AGENTE DE TRANSPORTES (FORWARDER CERTIFICATE OF TRANSPORT - FCT)
Documento pelo qual o agente de transportes certifica que encaminhou os produtos ao destino. Chamamos atenção para diferença entre ser responsável por custos e ser responsável pela mercadoria. Comprador e vendedor em  conjunto podem optar por versões de Incoterms anteriores.

CHANNEL ROUTE STRUCTURE
veja ESTRUTURA DE ROTA DE CANAIS

CHASSIS COMBINADO (COMBINATION CHASSIS)
Chassis que pode transportar um contêiner de quarenta ou trinta pés ou uma combinação de contêineres menores.

CICLAGEM LOGÍSTICA DE MARKETING (MARKETING LOGISTICS SYNCH)
Administração da sincronização do ciclo mercadológico promocional, de fabricação, de abastecimento, de aviamento de pedidos e de distribuição física para atender ao cliente e evitar perdas para a empresa.

CICLO DE FABRICAÇÃO (MANUFACTURING CYCLE)
Tempo transcorrido entre o lançamento de uma ordem de fabricação para a fábrica e o envio ao cliente final ou o recebimento nos armazéns de produtos acabados.

CICLO DE VIDA DO PRODUTO (PRODUCT LIFE CYCLE)
Período de tempo entre a data de introdução e a data final de um produto no mercado.
Entre as fases do ciclo de vida pode-se distinguir:

  • fase de introdução

  • fase de crescimento

  • fase de maturidade

  • fase de saturação

  • fase de declínio

  • fase de retirada

CIF - COST, INSURANCE, FREIGHT
veja CUSTO, SEGURO, FRETE

CIP - CARRIAGE AND INSURANCE PAIO TO
veja TRANSPORTE E SEGURO PAGO ATÉ

CKD (COMPLETE KNOCKED DOWN)
Unidade de expedição de produto que permite sua montagem completa no destino.

CLASSE MUNDIAL (WORLD CLASS)
Ser o melhor no seu ramo de negócio, obtendo fatores de competitividade suficientes para atingir metas de lucro e ser considerado o melhor na satisfação dos clientes.

CLASSIFICAÇÃO (ASSORTING )
Atividade de separar itens nas categorias que os clientes e usuários finais necessitam. A atividade geralmente é realizada em instalações de distribuição orientadas ao mercado.

CLASSIFICAÇÃO ABC (ABC CLASSIFICATION)
Utilização da Curva de Pareto para classificar produtos em três categorias, usando algum tipo de critério como demanda e valor.
Classificação de um grupo de produtos em três categorias usando determinado critério como por exemplo demanda, valor de consumo, valor do produto ou valor de turnover por período.
Designam-se as categorias A, B e C:
A- um pequeno grupo de produtos que representa uma - grande parte do valor de consumo total e/ou valor de produção ou valor de turnover por período. Esta categoria requer atenção especial.
B- um grupo intermediário que requer menor atenção do que a categoria A.
C- um grande grupo de produtos que representa somente uma pequena parte do valor total de consumo e/ou valor de produção ou turnover. Relativamente, esta categoria é a que requer mínima atenção.

CLASSIFICAÇÃO DO FRETE UNIFORME (UNIFORM FREIGHT CLASSIFICATION)
Um sistema de classificação de produtos similares dentro de categorias de taxas específicas. As categorias das taxas são baseadas nos atributos de movimentação de um produto, tais como volume, necessidades especiais de movimentação, valores, e outros.

CLASSIFICAÇÃO GUS (GUS CLASSIFICATION)
Classificação dos produtos em três categorias em beneficio do fluxo de produtos e controle de estoques, com base em uma área de aplicação de produtos.
G = Geral: produtos que podem ser necessários em vários centros de operações ou grupos principais de produtos e cuja administração é centralizada.
U = Única: produtos que são usados somente em um centro de operações ou grupo principal de artigos mas em vários produtos.
S = Específico: produtos usados exclusivamente em um produto de nível mais elevado e cuja aquisição pode ser efetuada por pedido individual.

CLEARINGHOUSE
veja CÂMARA DE COMPENSAÇÃO

CLOSED-LOOP MATERIAL REDUIREMENTS PLANNING
veja PLANEJAMENTO DAS NECESSIDADES DE MATERIAL EM CIRCUITO FECHADO

CLP
veja CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL

COBERTURA ABRANGENTE DE DISTRIBUIÇÃO (WIDESPREAD DISTRIBUTION COVERAGE)
Capacidade de atingir, de forma abrangente e eficaz, uma determinada região de distribuição.

COBERTURA SELETIVA DE DISTRIBUIÇÃO (SELECTIVE DISTRIBUTION COVERAGE)
Capacidade de atingir de forma eficaz dentes exclusivos ou selecionados.

COBRANÇA ANTECIPADA (ADVANCE CHARGE)
Cobrança efetuada por um transportador a um agente ou outro transportador que o entregador depois receberá do consignatário. Tais cobranças geralmente são para pagamento de tarifas e despesas extras para expedição efetuada por um agente ou outro transportador.

CO-CARREGAMENTO (CO-LOADING)
Carregamento, no trajeto, de carga de outro expedidor, com o mesmo destino que a carga que já está sendo transportada.

CO-CUSTOMERSHIP (CO-CUSTOMERSHIP)
Conceito para medição do desempenho do valor real de produtos e serviços do fornecedor para o cliente com base em índices estabelecidos pelos próprios clientes.
CO-CARREGAR - O ato de combinar cargas para atingir o menor custo de frete possível.
CO-CARGA - Carga recebida de outro entregador ou transportador para combinar cargas e obter o menor custo de frete possível.

COD (CASH ON DELIVERY)
veja PAGAMENTO CONTRA ENTREGA

CÓDIGO DE BARRAS (BAR CODING)
Método de dados codificados para leitura rápida e acurada. Os códigos de barra são uma série de barras e espaços alternados impressos ou estampados. etiquetas ou outro, representando informações codificadas que podem ser reconhecidas por leitores eletrônicos, usados para facilitar a entrada de dados em um sistema de computador. Os códigos de barra representam letras dou números.

CÓDIGO DE UNIDADE DE DISTRIBUIÇÃO (DISTRIBUITION UNIT NUMBER - DUN)
Código de barras onde se acrescenta o dígito que trata da variante logística relacionada à distribuição física e/ou entrega de determinado produto.

CÓDIGO UNIVERSAL DE PRODUTO (UNIVERSAL PRODUCT CODE - UPC)
Um sistema de numeração e codificação de barras para identificação dos itens dos consumidores, que são tipicamente escaneados nos pontos de venda por varejo nos Estados Unidos. O equivalente internacional (do qual o UPC é tecnicamente um reajuste) está no sistema de numeração do artigo europeu (EAN).

CO-FABRICAÇÃO (CO-MAKERSHIP)
Relacionamento a longo prazo entre, por exemplo, um fornecedor ou transportador e um cliente com base em confiança mútua na realização de determinada atividade produtiva.

CO-FABRICANTE (CO-MAKER)
Fornecedor com o qual há ótima cooperação com base em mútua confiança organizacional na produção de determinado produto.

COFRE DE CARGA
veja CONTÊINER

COLETA POR CONTA DO CLIENTE (CUSTOMER PICK-UP)
O cliente se responsabiliza em retirar a mercadoria, ou contratando uma transportadora, ou pelos seus próprios meios.

COLETOR (SCANNER)
Equipamento ótico utilizado para a leitura de códigos de barras.

COMBI
veja AVIÃO MISTO (EM TRANSPORTE AÉREO)

COMBINAÇÃO DOS PEDIDOS (ORDER POOLING)
Método de agrupamento de um ou mais pedidos adquiridos de um ou mais fornecedores dentro de uma simples entrega para um centro de distribuição ou loja.

COMBINATION JOINT RATE
veja TARIFA COMBINADA DE TRANSPORTE (EM TRANSPORTE AÉREO)

COMBINED TRANSPORT OPERATOR - CTO
veja OPERADOR DE TRANSPORTE COMBINADO

COMÉRCIO ELETRÔNICO (E-COMMERCE)
É o nome dado ao sistema comercial com a capacidade de realizar transações envolvendo troca de bens ou serviços entre duas ou mais partes de forma automática, utilizando a Internet. Mais que uma transação ou intercâmbio de pagamentos, o comércio eletrônico ajuda a gerar demanda para produtos ou serviços. melhorando a comunicação, o gerenciamento de pedidos e pagamentos. Isso permite minimizar custos mediante a redução dos valores de transação e dos processos dos negócios. O e-commerce é parte integrante do e-business. Refere-se a usar a Internet, comunicações digitais e aplicativos da Tecnologia da Informação para possibilitar o processo de compra ou venda. Alguns especialistas definem e-commerce como todas as etapas que ocorrem em qualquer ciclo de negócios usando a tecnologia acima descrita. Outros, como compras feitas por consumidores ou empresas pela Internet. Uma outra definição engloba as transações de suporte à TI, como a venda de código de computador por programadores que corre on-line.

COMISSÃO DE AGÊNCIA (EM EXPEDIÇÃO) (AGENCY FEE)
Valor pago pelo proprietário ou operador do navio para um agente portuário.

COMPENSAÇÃO (TRADE-OFF)
Na sua forma básica, o resultado incorre em um aumento de custos em uma determinada área com o intuito de obter uma grande vantagem em relação às outras (em termos de aumento de rendimento e lucro). Por exemplo: se uma empresa distribuidora reduz o número de armazéns, normalmente ocorre um aumento no custo de transporte, já que existe a necessidade de manter o mesmo nível de serviço, contudo os custos operacionais de manutenção dos estoques diminuirá.

COMPENSAÇÃO ECONÔMICA (ECONOMIC TRADE-OFF)
Cálculos que apoiam a tomada de decisão no que se refere a atividades organizacionais. Nota: considera-se apenas a relação direta entre a decisão e o fluxo de caixa.

COMPRA (PURCHASING)
O termo usado na indústria e administração para denotar a função e responsabilidade de adquirir materiais e serviços.

COMPRA CENTRALIZADA (CENTRALIZED PURCHASING)
Na compra centralizada, um indivíduo ou departamento é posicionado dentro da organização, o qual recebe autoridade para efetuar a maioria das compras. Existem diversas vantagens em se organizar este tipo de função de compra, inclusive a facilidade de padronização dos produtos, maior capacidade de alavancamento devido a uma maior quantidade de compras, maior controle sobre as compras, maior eficiência administrativa com os fornecedores e desenvolvimento de especializações nas atividades de compra. Pode-se implementar a centralização em uma organização com instalação única ou com diversas instalações.

COMPRA SEM PAPÉIS (PAPERLESS PURCHASING)
Operação de compra que utiliza sistemas EDI para troca de informações entre fornecedor e comprador evitando assim a necessidade de documentação impressa.

COMPROVANTE DE ENTREGA (PROOF OF DELIVERY - POD)
O comprovante de entrega e os produtos são deixados com consignatários para que possam verificar os produtos no recebimento. Às vezes a empresa de transporte envia o comprovante de entrega via correio antes dos produtos. Na prática, o comprovante de entrega pode ser uma cópia do conhecimento de embarque.

COMPUTADOR DE BORDO (ON-BOARD COMPUTER)
Um computador em um veículo que é utilizado para fazer o cálculo do uso de combustível, eficiência do motorista e outros dados relacionados ao transporte.

COMUNICAÇÃO DE DADOS VIA RADIOFREQÜÊNCIA (RADIO FREQUENCY DATA COMMUNICATIONS - RF/DC)
É um sistema no qual a comunicação é feita através de uma conexão entre o servidor e o recurso de coleta de dados, tais como terminais. RF/DC pode ser usado para fazer uma comunicação com as empilhadeiras ou os funcionários responsáveis pela armazenagem sem a necessidade do uso de papel.

COMUTADOR AÉREO
veja AIR COMMUTER

CONDOMÍNIO INDUSTRIAL (INDUSTRIAL CONDOMINNIUM)
Expressão empregada na indústria de montagem (automobilística. eletrônica, e outras) para designar a instalação de unidades avançadas das empresas fornecedoras no mesmo terreno da empresa montadora.

CONEXÃO (LINK)
Método de transporte usado para conectar os pontos (fábricas/armazéns) de um sistema logístico.

CONFIABILIDADE DO PROCESSO (PROCESS RELIABILITY)
A probabilidade que um processo irá desempenhar em uma determinada função em um tempo determinado, sem que ocorra falhas. Este parâmetro pode auxiliar no planejamento da saída total de um processo.

CONFIGURAÇÃO (DE PRODUTO) (CONFIGURATION)
Características físicas e funcionais de um produto,
inclusive sua estrutura. Este termo também se aplica aos dados necessários para definir, fabricar, testar, instalar e prestar assistência técnica a um produto.

CONFIGURADOR (CONFIGURATOR)
Instalação para traduzir as necessidades de cliente (funções desejadas de aplicação) nos módulos de produção e software, a partir do qual o produto acabado tem de ser fabricado (principalmente usado em sistemas).

CONFIRMAÇÃO CONSOLIDADA (CONSOLIDATED CONFIRMATION)
Confirmação de que os produtos foram Inclusos na consolidação destinada e parar em determinado embarque.

CONFIRMAÇÃO DE DESPACHO (CONFIRMATION DF DESPATCH)
Comunicação que indica que a carga foi transportada para uma unidade, embarcação ou aeronave e que o trânsito para destino já foi iniciado.

CONFIRMAÇÃO DE ENTREGA (DELIVERY CONFIRMATION)
É a confirmação dos produtos recebidos. Também se refere a uma prova de entrega.

CONFIRMAÇÃO DE RECEBIMENTO (ACKNOWLEDGEMENT OF RECEIPT)
Notificação relacionada ao recebimento de algo como produtos, mensagens e documentos.

CONHECIMENTO DE CARGA POR FERROVIA (RAIL CONSIGNMENT NOTE)
Documento que evidencia o contrato de transporte de produtos por ferrovia.

CONHECIMENTO DE CARGA POR TRANSPORTE RODOVIÁRIO (ROAD CONSIGNMENT NOTE)
Documento que evidencia o contrato de transporte de produtos por rodovia.

CONHECIMENTO DE CARGA (CONSIGNMENT NOTE)
Documento preparado pelo expedidor que envolve um contrato de transporte. Contém detalhes sobre a remessa a ser transportada e assinada pelo transportador como prova de recebimento.

CONHECIMENTO DE EMBARQUE (BILL OF LADING)
Documento que evidência o contrato de transporte e prova o direito sobre as mercadorias. Também constitui o documento que é, ou pode ser, necessário para atender a uma reivindicação de seguro.

CONHECIMENTO DE EMBARQUE COMPLETO (THROUGH BILL OF LADING)
Conhecimento de embarque que abrange os produtos desde seu ponto de origem até o destino final, mesmo que forem usados por diversos transportadores.

CONHECIMENTO DE EMBARQUE CONSOLIDADO (CONSOLIDATED BILL DF LADING)
Conhecimento de embarque usado quando os produtos são agrupados em uma grande embalagem ou em um contêiner fechado.

CONHECIMENTO DE EMBARQUE PARA VIA DE NAVEGAÇÃO INTERNA (INLAND WATERWAYS BILL OF LADING)
Documento de transporte feito em nome de determinada pessoa, portador. assinado pelo transportador e enviado ao remetente após recebimento dos produtos.

CONHECIMENTO DE TRANSPORTE (TRANSPORTATION WAYBILL)
Documento preparado pelo transportador, confirmando o recebimento dos produtos a transportar. que evidencia o contrato de transporte entre o embarcador e o transportador, para o transporte.

CONHECIMENTO DE TRANSPORTE AÉREO DIRETO (DIRECT AIRWAY BILL - DAWB)
Conhecimento principal de transporte aéreo emitido por uma companhia aérea para uma expedição direta em oposição a consolidação ou expedição "back to back".

CONHECIMENTO DE TRANSPORTE AÉREO NEUTRO (NEUTRAL AIRWAY BILL - NAWB)
Conhecimento de transporte aéreo padrão sem identificação do expedidor.

CONHECIMENTO DE TRANSPORTE AÉREO (AIRWAY BILL - AWB)
Documento emitido pelo transportador ou em nome dele confirmando recebimento dos produtos e evidenciando contrato entre aquele que expediu e o transportador, para carregamento de produtos via aérea.

CONJUNTO (KIT)
Componentes de um item que são transferidos para o estoque e posicionados para montagem de conjuntos, geralmente para reparos.

CONSECUÇÃO DO PROGRAMA (SCHEDULE ATTAINMENT)
Produção atual dividida através do planejamento da produção, medindo a habilidade em produzir apenas um produto necessário para poder satisfazer as exigências de demanda de um cliente a fim de satisfazê-lo.

CONSELHO DE CÓDIGO UNIFORME (UNIFORM CODE COUNCIL - UCC)
Órgão que administra o sistema de código uniforme de produto (UPC) na América do Norte.

CONSIGNATÁRIO (SHIP BROKER)
Empresa intermediária que, em nome e por conta do armador ou da empresa de navegação proprietária do navio, atua como depositária das mercadorias enquanto estas se encontram no terminal portuário, assumindo a sua recepção e entrega e cobrando os respectivos fretes. Além disso, presta serviços ao próprio navio e a sua tripulação, e efetua as operações de gestão relacionadas com a presença do navio no porto. Parte que recebe a carga, conforme mencionado no conhecimento de transporte.

CONSIGNATÁRIO / DESTINATÁRIO (CONSIGNEE)
Parte, conforme mencionado no documento de transporte, que recebe os produtos, cargas ou contêineres. A pessoa ou empresa para qual os artigos são transportados

CONSIGNED STOCKS
veja ESTOQUES CONSIGNADOS

CONSOLIDAÇÃO (CONSOLIDATING)
Agrupamento de várias remessas pequenas numa unidade maior, para facilitar o manuseio e reduzir taxas. Combinação de expedições pequenas para obter taxas de frete reduzidas para um volume maior.

CONSOLIDAÇÃO DE FRETE (FREIGHT CONSOLIDATION)
Agrupamento de expedições para obter custos reduzidos ou utilização aperfeiçoada da função de transporte. A consolidação pode ocorrer através do agrupamento da área de mercado, agrupando de acordo com as entregas de programação ou usando serviços de terceiros como armazéns públicos e agentes de transportes de frete.

CONSOLIDAÇÃO EM TRÂNSITO (MERGE-IN-TRANSIT)
Uma técnica para combinar pedidos de componentes de várias fontes enquanto estes componentes estão em trânsito dos fornecedores para os clientes.

CONSOLIDAR (CONSOLIDATE)
Agrupar e acomodar várias expedições juntas em um único contêiner

CONSOLIDATED BILL DF LADING
veja CONHECIMENTO DE EMBARQUE CONSOLIDADO

CONSOLIDATED CONFIRMATION
veja CONFIRMAÇÃO CONSOLIDADA

CONSOLIDATED CONTAINER
veja CONTÊINER CONSOLIDADO

CONSOLIDATION POINT
veja PONTO DE CONSOLIDAÇÃO

CONSÓRCIO MODULAR (MODULAR PARTNERSHIP))
Alianças de duas ou mais empresas que fabricam e montam os componentes num produto final sem o emprego de mão-de-obra pela empresa contratante. Expressão cunhada na indústria automobilística.

CONSÓRCIO (CONSORTIUM)
Forma de cooperação entre dois ou mais transportadores para operarem determinado negócio.

CONTACTING PACKAGE
veja EMBALAGEM DE CONTENÇÃO

CONTAGEM CÍCLICA (CYCLE COUNTING)
Técnica para auditoria da acuracidade de estoque na qual se efetua uma contagem cíclica ao invés de uma vez por ano. Por exemplo, efetua-se contagem cíclica regularmente (e em geral com maior freqüência para itens de valor elevado e fácil movimentação e com menor freqüência para itens de baixo valor e difícil movimentação).

CONTAINER FREIGHT STATION
veja ESTAÇÃO DE CONTÊINERES

CONTAINERIZED LOAD
veja CARGA CONTEINERIZADA

CONTÊINER (CONTAINER)
Equipamento de transporte com uma capacidade interna que não pode ser inferior a um metro cúbico, com capacidade para assegurar uma utilização repetida, sem que a carga sofra danos em casos de necessidade de transbordo para diferentes meios de transporte e cujo o enchimento e esvaziamento sejam simples de efetuar. São utilizados quatro tamanhos principais: de 40, 30, 20 e 10 pés, com 30, 25, 20 e 10 toneladas respectivamente. Quanto à composição da carga, distinguem-se dois tipos de contenedores: os FLC (Full Container Load) ou contenedores completos; e os LLC (Less than Container Load) ou de agrupamento.

CONTÊINER COMPLETO (FULL CONTAINER LOAD - FCL)
Operacionalmente, um contêiner completo é considerado um contêiner ao qual não se pode acrescentar carga durante o tempo em que está sendo transportado.

CONTÊINER CONSOLIDADO (CONSOLIDATED CONTAINER)
Contêiner contendo várias expedições de diferentes expedidores para entrega a um ou mais destinatários.

CONTÊINER DE CARGA A GRANEL (BULK CONTAINER)
Contêiner de expedição projetado para transporte de cargas secas carregadas por abertura no teto do contêiner e descarregadas por alçapões em um dos lados do contêiner.

CONTÊINER ISO (ISO CONTAINER)
Contêiner totalmente fechado e à prova de intempéries, com paredes rígidas, e com pelo menos uma das paredes equipadas com porta e adequado para transporte de carga da maior variedade possível. A forma mais simples deste tipo de contêiner recebe o código 00. Este contêiner atende a todos os padrões relevantes da ISO no momento da fabricação. Nota: ISO é a abreviação adotada para designar International Organization for Standardization. Equipamento de transporte com dimensões padronizadas, utilizado para unitizar carga geral e granéis sólidos e líquidos.

CONTEINERIZAÇÃO (CONTAINERIZATION)
Método de expedição em que os produtos são colocados em contêineres, e então, os produtos por si não tornam a ser movimentados isoladamente, até serem descarregados no destino.

CONTENEDOR DESMONTÁVEL (DEMOUNTABLE CARGO CONTAINER)
Um contenedor à prova de intempéries reutilizável para transporte ou estocagem de materiais como uma unidade que pode ser segura para transporte de produtos.

CONTENEDOR METÁLICO PORTÁTIL EMPILHÁVEL (PORTABLE METAL STACKING RACK)
Consiste de uma estrutura formada por um conjunto de tubos unidos em um perímetro de carregamento quadrado ou retangular

CONTENEDORES INTERMEDIÁRIOS PARA GRANÉIS (INTERMEDIATE BULK CONTAINER - IBC)
Contenedores apoiados ou construídos em berços empilháveis geralmente destinados ao acondicionamento de produtos químicos e/ou perigosos. São movidos e estocados por meios mecânicos.

CONTENEDORES PADRÃO (STANDARD CONTAINERS)
Contenedores especificamente dimensionados usados para estocagem e movimentação. Estes contenedores protegem os produtos de serem danificados e simplificam a tarefa de controle.

CONTINUOUS FLOW DISTRIBUTION
veja FLUXO CONTÍNUO DE DISTRIBUIÇÃO

CONTINUOUS FLOW PRODUCTION
veja FLUXO CONTÍNUO DE PRODUÇÃO

CONTINUOUS PRODUCTION
veja PRODUÇÃO CONTÍNUA

CONTINUOUS REPLENISHMENT CAPABILITIES
veja CAPACIDADE CONTINUA DE REPOSIÇÃO

CONTRACT LOGISTICS
veja LOGÍSTICA CONTRATADA

CONTRATO DE FRETAMENTO (CHARTER PARTY)
Contrato no qual o responsável pelo transporte concorda em colocar sua embarcação ou parte dela à disposição de um comerciante ou expedidor, para transporte de produtos de um porto ou portos para outro porto ou portos e pelo qual ele recebe um frete por tonelada de carga, ou coloca à disposição para uso por determinado aluguel.

CONTRATO GLOBAL (PACKAGE DEAL)
Oferta ou acordo relacionado a uma combinação de produtos que pertencem a um conjunto e que são entregues como um todo por um fornecedor a seus clientes.

CONTRATO PRÉVIO (CARGA AÉREA) (ADVANCE ARRANGEMENT)
Contrato entre aquele que expede e o transportador, relacionado ao contrato entre as partes antes de orçar a remessa.

CONTRIBUTION MARGIN
veja MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO

CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL - CLP (PROGRAMMABLE LOGIC CONTROLLER - PLC)
Dispositivo eletrônico programada para testar o estado dos dados de input no processo e determinar linhas de setup de acordo com o estado de input, fornecendo assim instruções de controle ou alternativas para outros testes. Os controladores programáveis fornecem às operações de chão de fábrica capacidade de monitorar e controlar rapidamente centenas de parâmetros como temperatura, pressão entre outros.

CONTROLE DA DUALIDADE TOTAL (TOTAL QUALITY CONTROL - TQC)
Controle de todos os fatores que podem influenciar a satisfação do cliente/usuário. Os objetivos do controle da qualidade total estão interligados, onde o objetivo operacional é manter o hábito de melhoria da qualidade, enquanto a meta é a perfeição.

CONTROLE DA VIDA DE PRATELEIRA (SHELF LIFE CONTROL)
Técnica de uso do sistema FIFO que visa minimizar a obsolescência de estoque.

CONTROLE DE CHÃO DE FÁBRICA (SHOP FLOOR CONTROL)
Função de encaminhar, programar e enviar trabalho a ser realizado no chão de fábrica determinando prioridade para cada ordem de trabalho: mantendo registros de lodo o material em processo e transmitindo informações sobre a condição das ordens de trabalho em comparação com o plano de gestão da produção

CONTROLE DE ENTRADA/SAÍDA (INPUT/OUTPUT CONTROL)
Técnica para controle da capacidade onde o resultado real de um centro de trabalho é comparado com o resultado desenvolvido no planejamento das necessidades de capacidade. Os recursos também são monitorados para ver se correspondem aos planos para que os centros de trabalho não estejam programados para gerar resultados quando não há material disponível.

CONTROLE DESCENTRALIZADO DE ESTOQUE (DECENTRALIZED INVENTORY CONTROL)
A decisão de estoque é tomada na instalação de armazenagem pelo responsável dos itens ali armazenados.

CONTROLE ESTATÍSTICO DE ESTOQUE (STATISTICAL INVENTORY CONTROL)
Uso de métodos estatísticos para modelar a demanda e lead times experimentados por um item ou grupo de itens em estoque. E possível modelar a demanda durante o lead time e entre as análises, e pode-se definir os pontos de reposição de pedido, estoques de segurança e níveis máximos de estoque para atingirem os níveis desejados de serviço ao cliente, investimentos em estoque, eficiência na distribuição e manufatura e retorno de investimentos.

CONVENÇÃO INTERNACIONAL PARA TRANSPORTE DE MERCADORIAS POR FERROVIAS (CONVENTION INTERNATIONALE CONCERNANT LE TRANSPORT DES MERCHANDISES PER CHEMIN DE FER)
Acordo internacional empregado por 19 empresas ferroviárias européias, que determina condições para transporte internacional de produtos por ferrovia e as responsabilidades do transportador.

CONVEYOR
veja TRANSPORTADOR CONTÍNUO

COORDINATED TRANSPORTATION
veja TRANSPORTE COORDENADO

COOS
veja SOLICITAÇÃO E CONTROLE DE PEDIDO A PRAZO FIXO.

CORE COMPETENCY
veja CENTRO DE COMPETÊNCIA

CORNER FITTING (CORNER FITTING)
Ponto de fixação padrão da unidade de transporte intermodal na embarcação ou veículo de transporte.

CORREDOR (AISLE)
O espaço utilizado para permitir o tráfego de pessoal, material,  e ou equipamentos.

COS
veja PROGRAMA DE PEDIDOS A PRAZO FIXO

COST DRIVER ANALYSIS
veja ANÁLISE DOS GERADORES DE CUSTOS

COST-RATIO PLAN
veja PLANO ÍNDICE-DE-CUSTO

COTA (EM TRANSPORTE) (ALLOTMENT)
Compartilhamento da capacidade de um meio de transporte designado a uma parte específica, por exemplo, um transportador ou agente, com o propósito de reservar carga para uma viagem específica.

COTAÇÃO / OFERTA (QUOTATION)
Declaração de preço, termos de venda e descrição dos produtos ou serviços oferecidos por uma empresa para um comprador potencial.

COTAS (QUOTAS)
Sistema de controlar importações, exportações ou produção especificando uma certa limitação.

COUNT POINT BACKFLUSH
veja DEDUÇÃO NO PONTO DE CONTAGEM

COURIER SERVICE
veja SERVIÇO DE COURIER

CPFR - COLLABORATIVE PLANNING FORECASTING AND REPLENISHMENT
veja REPOSIÇÃO, PREVISÃO E PLANEJAMENTO COLABORATIVOS

CPM
veja MÉTODO DO CAMINHO CRÍTICO

CPT
veja TRANSPORTE PAGO ATÉ...

CR - CONTINUOUS REPLENISHMENT
veja REPOSIÇÃO CONTÍNUA

CRITICAL PATH
veja CAMINHO CRITICO

CRITICAL SUCCESS FACTOR
veja FATOR CRÍTICO DE SUCESSO

CRM - CUSTOMER RELATIONSHIP MANAGEMENT
veja GERENCIAMENTO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE

CROSS TRADES
veja TRÁFEGO ENTRE PAÍSES (EM EXPEDIÇÃO)

CROSS-DOCKING
Sistema de seleção de pedido imediatamente após o recebimento, de modo a evitar a estocagem e do estoque para a separação. O cross-docking real é o recebimento em um armazém de pré-seleção de pedidos para outro, onde um segundo armazém consolida as cargas despachadas. Engloba recebimento, separação, roteirizacão e despacho de produtos num mínimo intervalo de tempo, podendo, em alguns casos, envolver atividades
que agregam valor, em geral através de etiquetagem e reembalagem. Uma sincronia perfeita do que entra e do que sai é crucial. Quando se trata de paletes, estes são recebidos do vendedor e transferidos diretamente para os caminhões sem que haja manuseio adicional.

CRP - CAPACITY REQUIREMENTS PLANNING
veja PLANEJAMENTO DAS NECESSIDADES DE CAPACIDADE

CRP - CONTINUOUS REPLENISHMENT PROCESS
veja PROCESSO DE REPOSIÇÃO CONTINUA

CSP - CAPACITY SERVICE PROVIDERS
veja PROVEDORES DE SERVIÇO DE CAPACIDADE

CTD-COMBINED TRANSPORT DOCUMENT
veja DOCUMENTO DE TRANSPORTE COMBINADO

CTD - COMBINED TRANSPORT DOCUMENT
veja DOCUMENTO DE TRANSPORTE COMBINADO

CUBADO (CUBED OUT)
Espaço referente à porcentagem de volume cúbico do veiculo que é utilizado no transporte. Se um veiculo em particular está 100% (cubed out), não existe espaço adicional para que ocorra mais carregamento.

CUBAGEM (CUBAGE)
Volume cúbico usado ou disponível para estocagem para expedição ou estocagem.

CUMULATIVE SUM TEST
veja TESTE DE SOMA CUMULATIVA

CUSTEIO BASEADO EM ATIVIDADES (ACTIVITY BASED COSTING - ABC)
Método contábil que permite que a empresa adquira um melhor entendimento sobre como e onde realiza seus lucros.

CUSTEIO DO CICLO DE VIDA (LIFE CYCLE COST)
Identificação, avaliação, seguimento e acúmulo dos custos reais de cada produto desde a sua criação e desenvolvimento inicial até o serviço ao cliente final e suporte ao mercado.

CUSTO ALVO (TARGET COSTING)
Um estratégico planejamento do lucro e um sistema de gerenciamento dos custos, que incorpora um estrito foco nas necessidades e valores dos clientes, e traduz estes requisitos na entrega de produtos e serviços. Também é empregado como um critério para projeto no desenvolvimento de produtos.

CUSTO DE INVENTÁRIO (INVENTORY COST)
O custo de estocar produtos, usualmente expressado como uma porcentagem do valor do inventário que inclui os custos de capital, de armazenagem, taxas, seguranças e depreciação dos equipamentos.

CUSTO DE OBSOLESCÊNCIA (OBSOLESCENCE COST)
Custo associado ao inventário que se torna obsoleto. Pode ser ampliado para incluir custos como sucateamento e inservíveis.

CUSTO DE REPOSIÇÃO (REPLACEMENT COST)
Método para determinar o valor de estoques com base no custo da compra seguinte.

CUSTO DIRETO DO PRODUTO (DIRECT PRODUCT COST)
É uma espécie de indicador para medida da lucratividade de um determinado produto, levando em consideração todos os custos diretos identificáveis.

CUSTO E FRETE (COST AND FREIGHT - C&F)
Termo que indica que o vendedor deve assumir todos os custos necessários para transportar a mercadoria ao local de destino designado, mas o risco de perdas e danos das mercadorias bem como qualquer aumento das despesas é transferido do vendedor ao comprador.

CUSTO INTERNO DE FALHA (INTERNAL FAILURE COST)
O custo das coisas indo erradas antes que o produto alcance o cliente final. Exemplos incluem sujeira. falhas de usinagem, refeitos em função da qualidade, peças expedidas erradas e trabalho não feito.

CUSTO MARGINAL (MARGINAL COST)
O custo adicional de se produzir uma unidade adicional.

CUSTO TOTAL DA DISTRIBUIÇÃO (TOTAL COST OF DISTRIBUTION)
A soma dos custo de aquisição, transporte e armazena-gem no movimento dos produtos acabados através dos canais de distribuição até o diante final.

CUSTO, SEGURO, FRETE (COST, INSURANCE, FREIGHT - CIF)
Termo idêntico a Custo e Frete mas, além disto, o vendedor deve fornecer um seguro contra o risco de perdas e danos das mercadorias no decorrer do transporte. O vendedor firma o contrato com a seguradora e paga o prêmio do seguro.

CUSTOMER DEAL EFFECTIVENESS
veja EFETIVIDADE DE UM NEGÓCIO COM O CLIENTE

CUSTOMER PICK-UP
veja COLETA POR CONTA DO CLIENTE

CUSTOMER SERVICE LEVEL
veja NÍVEL DE SERVIÇO AO CLIENTE

CUSTOMER SERVICE
veja SERVIÇO AO CONSUMIDOR

CUSTOMIZAÇÃO EM MASSA (MASS CUSTOMIZATION)
Capacidade de produzirem massa produtos customizados a um custo baixo e volume elevado.

CUSTOS DE OPORTUNIDADE (OPPORTUNITY COSTS)
Retorno esperado por uma atividade, e que antecede a obtenção de outras atividades ou projetos.

CUT-OFF PROCEDURE
veja PROCEDIMENTO DE COMPROVAÇÃO

CUT-OFF TIME
veja TEMPO DE CORTE

CYCLETIME
veja TEMPO DE CICLO

Fonte autorizada:
Sindiex - Sindicato do Comércio de Exportação e Importação do Estado do Espírito Santo