GLOSSÁRIO LOGÍSTICO (M)

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MAGNETIC STRIP
veja FITA MAGNÉTICA

MAINTENANCE
veja MANUTENÇÃO

MAKE-OR-BUY
veja FAZER-OU-COMPRAR

MAKE-TO-ORDER
veja PRODUÇÃO SOB ENCOMENDA

MAKE-TO-STOCK
veja PRODUÇÃO PARA ESTOQUE

MAM
veja MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM DE MATERIAIS

MANIFESTO (MANIFEST)
Veja Manifesto de Carga.

MANIFESTO DE CARGA (CARGO MANIFEST)
Lista contendo todos os itens de carga expedidos em determinado vôo, embarcação ou veículo.

MANIFESTO DE EXPEDIÇÃO (SHIPPING MANIFEST)
Documento que lista as peças contidas na expedição. Um manifesto geralmente engloba toda a carga independe do fato da carga ser entregue em um único ou vários destinos. Os manifestos geralmente listam a contagem de peças, peso, nome e endereço do destinatário.

MANUFACTURING CYCLE
veja CICLO DE FABRICAÇÃO

MANUFACTURING LEAD TIME
veja LEAD TIME DE FABRICAÇÃO

MANUFACTURING LOGISTICS
veja LOGÍSTICA DE MANUFATURA

MANUFACTURING STRATEGY
veja ESTRATÉGIA DE MANUFATURA

MANUFATURA ÁGIL (AGILE MANUFATURING)
Um passo além da manufatura enxuta, baseada nos princípios de entrega de valor ao cliente, sendo comprometido com a mudança, valorização do ser humano e formação de parcerias virtuais.

MANUFATURA CELULAR (CELLULAR MANUFACTURING)
Processo de fabricação de famílias de peças dentro de uma única célula de máquinas, operadas apenas dentro de uma linha ou célula.

MANUFATURA DISCRETA (DISCRETE MANUFACTURING)
Produção de artigos diferenciados como por exemplo automóveis e computadores.

MANUFATURA ENXUTA (LEAN MANUFATURING)
Baseada no Sistema Toyota de Produção, uma série de processos flexíveis que permitem a fabricação de determinado produto a um custo mais baixo. Uma abordagem de produção que considera que o abastecimento das operações subsequentes na exata quantidade da necessidade para atender a demanda dos consumidores. Completando, o fluxo de produção é enxuto, sem extra, sem estoques, no momento certo. É oposto ao sistema tradicional de manufatura que forma estoques.

MANUFATURA REPETITIVA (REPETITIVE MANUFACTURING)
Produção de unidades discretas, planejadas e executadas conforme um programa, geralmente em volumes e velocidades relativamente elevados. O material tende a mover-se em fluxo continuo durante a produção, mas pode-se produzir itens diferentes sequencialmente naquele mesmo fluxo.

MANUTENÇÃO (MAINTENANCE)
Combinação de todas as ações técnicas, económicas e administrativas visando manter ou alterar a condição de um item para que possa desempenhar a função necessária.

MANUTENÇÃO, REPARO E OPERAÇÃO (MAINTENANCE, REPAIR AND OPERATION - MRO)
Uma categoria de atividades que ocorrem após a venda do produto. MRO freqüentemente demanda um projeto especial da cadeia de abastecimento e pode ser um importante fator de sucesso de um produto que tem um ciclo de vida longa.

MARCA DE CALADO (PLIMSOLL MARK)
Uma marca, soldada de ambos os lados da embarcação, que dá o limite até o qual pode ser carregado, dependendo da gravidade especifica da água em que a embarcação se situa.

MARCO REFERENCIAL (MILESTONE)
Marco de objetivos (finais ou intermediários) em um cronograma para controle de projetos.

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO (CONTRIBUTION MARGIN)
Quantia igual a diferença entre a receita das vendas e os custos variáveis.

MARGINAL COST
veja CUSTO MARGINAL

MARKET SEGMENTATION
veja SEGMENTAÇÃO DE MERCADO

MARKET SHARE
veja PARTICIPAÇÃO NO MERCADO

MARKETING LOGISTICS SYNCH
veja CICLAGEM LOGÍSTICA DE MARKETING

MARKETPLACE
Sites em que compradores e fornecedores se comunicam, trocam informações, fazem transações, efetivam concorrências e leilões, coordenam informações estratégicas (como estoques) e administram pedidos. Business-to-Busmess (B2B)- Realização de negócios entre as empresas pela Internet. Business-to-Consumar (B2C) - Realização de negócios pela Internet entre a empresa e o consumidor final.

MASS CUSTOMIZATION
veja CUSTOMIZAÇÃO EM MASSA

MASS PRODUCTION
veja PRODUÇÃO EM MASSA

MASTER CARTON
veja CAIXA PRINCIPAL

MASTER PLANNING
veja PLANEJAMENTO MESTRE

MATERIAL EM PROGRESSO (WORK IN PROGRESS)
Material em vários estágios de conclusão em toda a fábrica, incluindo a matéria-prima que foi liberada para o processamento inicial e o material totalmente processado que aguarda inspeção

MATERIAL FLOW ANALYSIS
veja ANÁLISE DO FLUXO DE MATERIAIS

MATERIAL INATIVO (SALVAGE MATERIAL)
Material não utilizado que possui certo valor no mercado e pode ser vendido.

MATERIAL REJEITADO (REJECTED MATERIAL)
Material que não cumpre as exigências de qualidade mas que ainda não foi enviado para retrabalho, refugo ou devolvido para um fornecedor.

MATERIALS MANAGEMENT
veja ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS

MAXIMUM DEMONSTRATED CAPACITY
veja CAPACIDADE MÁXIMA DEMONSTRADA

MÉDIA MOVEL (MOVING AVERAGE)
Média aritmética de um certo número (n) das observações mais recentes. Na medida em que se realizam novas observações, abandona-se as observações mais antigas. O valor de n (número de períodos utilizados para se fazer a medida) reflete a capacidade de resposta frente à estabilidade da mesma forma que a definição constante de análise é feita em análise exponencial.

MEDIÇÃO-CHAVE (KEY MEASUREMENT)
Uma medição que monitora um processo para garantir a qualidade do seu resultado.

MELHORES PRÁTICAS (BEST PRACTICES)
Também conhecidas como Benchmarking competitivo, a metodologia que determina o estado de desempenho ou aplicação.

MENSAGEM DE AÇÃO (ACTION MESSAGE)
Mensagem derivada do ritmo do planejamento das necessidades de material (MRP).

MERCADO ALVO (TARGET MARKET)
Segmento do mercado que uma empresa Identificou como contendo um grupo de clientes com necessidades similares aos quais as empresas desejam atender.

MERCADORIA PRONTA PARA EXPEDIÇÃO (FLOOR READY MERCHANDISE)
Produto que já está pronto pelo fabricante para ser enviado ao local de expedição. Desta forma é possível Ignorar todos ou alguns dos processos tradicionais do varejo, além de criar novas alianças entre varejistas e fabricantes.

MERGE-IN-TRANSIT
veja CONSOLIDAÇÃO EM TRÃNSITO

MES - MANUFACTURING EXECUTION SYSTEMS (MANUFACTURING EXECUTION SYSTEMS - MES)
Sistemas integrados de controle da produção, que permitem programar ordens de produto, coordenar atividades de suporte, gerenciar as execuções do chão-de-fábrica e comunicar o status e os problemas com as ordens de produção.

MÉTODO DE TRANSPORTE (TRANSPORTATION METHOD)
Modelo linear de programação relacionado à minimização de custos relacionado ás necessidades de abastecimento em várias localidades, de diversas fontes, com custos diferentes relacionados a várias combinações de fonte e localização.

MÉTODO DELPHI (DELPHI METHOD)
Técnica para previsão qualitativa em que as opiniões de experts são associadas em uma série de reiterações/ repetições. Os resultados de cada reiteração são usados para desenvolver a seguinte, para haver convergência na opinião dos experts.

MÉTODO DO CAMINHO CRÍTICO (CRITICAL PATH METHOD - CPM)
Técnica de planejamento em rede usada para planejar e controlar as atividades necessárias para execução de um projeto. Mostrando cada uma destas atividades e o tempo associado, é possível determinar o "caminho critico", identificando os elementos que restringem o tempo total de projeto

MÉTODO DOS MÍNIMOS QUADRADOS (LEAST SOUARE METHOD)
Método de ajuste de curvas que seleciona a linha de menor ajuste aos pontos pelo cálculo da mínima soma dos quadrados dos desvios dos pontos à linha.

MILESTONE
veja MARCO REFERENCIAL

MINIMUM UNDERCLEARANCE
veja ALTURA MÍNIMA LIVRE

MIX DE PRODUTOS (PRODUCT MIX)
Combinação de tipos individuais de produtos que formam a categoria total.

MOBILE TECHNOLOGIES
veja TECNOLOGIAS MÓVEIS

MODAL ARRANGEMENT
veja ORGANIZAÇÃO MODAL

MODAL SPLIT
veja DIVISÃO MODAL

MODELAGEM DE DISTRIBUIÇÃO (DISTRIBUDON MODELLING)
Uso de técnicas quantitativas e abordagem de sistemas para análise e otimização da operação de distribuição física. É o uso de uma ferramenta computadorizada para determinar e comparar os custos totais dos diversos projetos logísticos de uma empresa.

MODELO DE BOX-IENKINS (BOX-JENKINS MODEL)
Abordagem de previsão baseada em modelos de regressão e média móvel. O modelo está baseado em observação histórica em intervalos variados de tempo do item a ser projetado e erros históricos nos valores previstos, não em regressões de variáveis independentes.

MODELO DE ESTOQUE COM CICLO FIXO DE REPOSIÇÃO DE PEDIDO (FIXED REORDER CYCLE INVENTORY MODEL)
Forma de modelo Independente de gerenciamento da demanda em que um pedido é efetuado a cada n unidades de tempo. A quantidade de pedido é variável e substitui essencialmente os itens consumidos durante o período de tempo atual. Consideremos M o estoque máximo desejado a qualquer momento e x a quantidade disponível no momento em que o pedido é efetuado. Depois, iro modelo mais simples, a quantidade de pedido será M-x. A quantidade M deve ser suficientemente grande para cobrir e demanda máxima esperada durante o lead time mais um intervalo de revisão. O modelo de quantidade de pedido torna-se mais complicado sempre que o lead time de reabastecimento excede o intervalo de revisão porque pedidos pendentes têm de ser levados em consideração. Tais sistemas de repetição de pedidos ás vezes são chamados de sistemas de pedido a intervalos fixos, sistemas de nível de pedido ou sistemas de revisão periódica.

MODELO DE ESTOQUE COM QUANTIDADE FIXA DE REPOSIÇÃO DE PEDIDO (FIXED REORDER OUANTITY INVENTORY MODEL)
Forma de modelo independente de gerenciamento de itens da demanda em que um pedido de uma quantidade específica, Q, é efetuado sempre o estoque disponível mais pedidos atingem um nível predeterminado de repetição de pedido, R. A quantidade fixa de pedido Q pode ser determinada pelo lote econômico, por uma quantidade fixa de pedido (como uma caixa ou carga de empilhadeira) ou por outro modelo gerando um resultado fixo. O ponto de repetição de pedido, R pode ser determinístico ou probabilístico e em qualquer um dos casos é suficientemente grande para cobrir a demanda máxima esperada durante o lead time de reabastecimento. Os modelos de quantidade fixa de pedido assumem a existência de uma espécie de registro de estoque perpétuo capaz de determinar quando se atinge o ponto de repetição de pedido. Estes sistemas de reposição de pedido também são conhecidos como sistemas de quantidade fixa de pedido ou sistemas de tamanho de lote.

MODELO DE REABASTECIMENTO ÓTIMO (OPTIMAL REPLENISHMENT MODEL)
Processo matemático de determinação de qual quantidade pedir e quando, utilizando um ponto de pedido fixo ou intervalo de pedido fixo

MODELO DE REFERÊNCIA DAS OPERAÇÕES NA CADEIA DE ABASTECIMENTO
(SUPPLY CHAIN OPERATIONS REFERENCE MODEL -SCOR)

Um modelo de atividades desenvolvido pelo Supply Chain Council para padronizar a descrição dos processos na cadeia de abastecimento.

MODELOS DE ESTOQUE DE PERÍODO ÚNICO (SINGLE-PERIOD INVENTORY MODELS)
Modelos de estoque usados para definir dimensões de lote econômico ou que maximizem os lucros quando um item é solicitado ou produzido somente uma vez, por exemplo jornais, calendários, guias de tardas, cartões ou periódicos, ao mesmo tempo que enfrentam demandas incertas.

MODELOS PARA DIMENSIONAMENTO DE LOTE DE ITENS MÚLTIPLOS (MULTIPLE-ITEM LOTSIZING MODELS)
Processos ou sistemas usados para determinar a quantidade total de ordens de reabastecimento para um grupo de itens relacionados.

MODULAR BILL DF MATERIAL
veja LISTA DE MATERIAIS MODULAR

MODULAR PARTNERSHIP
veja CONSÓRCIO MODULAR

MÓDULO (MODULE)
Unidade separada ou distinta de hardware ou software que pode ser usada como um componente de sistema.

MONITORAMENTO DE FROTA (FLEET MONITORING)
Função de seguir a localização e condição dos vários veículos na frota.

MONOTROLE AÉREO ELETRIFICADO (ELECTRIC OVERHEAD MONORAIL - EOM)
Um trilho ou monovia aérea com eletrificação, onde os trotes suspensos são endereçados automaticamente e estações de trabalho designadas.

MONTAGEM (ASSEMBLY)
Etapa em que peças ou componentes formam um produto adequado ao processo em questão.

MONTAGEM IMEDIATAMENTE SUPERIOR (NEXT HIGHER ASSEMBLY)
Produto montado no nível superior seguinte na estrutura de produto.

MONTAGEM SOB ENCOMENDA (ASSEMBLE TO ORDER)
Tipo de manufatura que converte matéria-prima e componentes de nível Inferior a um nível predeterminado de manufatura e montagem ou configura-os conforme pedido do cliente. Produto fabricado contra pedido para que os componentes-chaves (matéria-prima, semi-acabados. subconjuntos, fabricados, comprados, e outros) que se usam no processo final de montagem sejam planejados e armazenados com antecipação ao pedido do cliente.

MONTE CARLO SIMULATION
veja SIMULAÇÃO MONTE CARLO

MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM DE MATERIAIS - MAM (MATERIAL HANDLING AND WAREHOUSING)
É a arte e a ciência da embalagem, controle e fluxo de materiais dentro de um complexo empresarial (indústria, terminal, depósito, e outros).

MOVIMENTO DE PRODUTOS (GOODS MOVEMENT)
Fluxo de um produto específico ou grupo de produtos expresso em termos quantitativos ou financeiros. Este fluxo de produtos pode ser representado por meio da seguinte fórmula: El +E-S=EF El = estoque no inicio de um período E = entrada total de produtos durante este período S = salda total de produtos durante este período El` = estoque no final de um período

MOVING AVERAGE
veja MÉDIA MÓVEL

MPS-MASTER PRODUCTION SCHEDULE
veja PROGRAMAÇÃO MESTRE DA PRODUÇÃO

MRO - MAINTENANCE, REPAIR AND OPERATION
veja MANUTENÇÃO, REPARO E OPERAÇÃO

MRP - MATERIAL REQUIREMENTS PLANNING
veja PLANEJAMENTO DAS NECESSIDADES DE MATERIAIS.

MRP II - MANUFACTURING RESOURCES PLANNING
veja PLANEJAMENTO DOS RECURSOS DE MANUFATURA.

MUDANÇA MRP EM REDE (NET CHANGE MRPI)
Abordagem pela qual o plano das necessidades de materiais é continuamente retido no computador. Sempre que há necessidade de mudança nas necessidades, estoque ou lista de materiais. uma explosão parcial e informação via rede é transmitida somente às partes afetadas pela mudança.

MULTILEVEL BILL OF MATERIAL
veja LISTA DE MATERIAIS DE MÚLTIPLOS NÍVEIS

MULTIMODAL TRANSPORTATION OPERATOR
veja OPERADOR DE TRANSPORTE MULTIMODAL - OTM

MULTIMODALIDADE (MULTIMODALITY)
Sistema pelo qual as mercadorias são transportadas, por diversos modos de transporte, sob a responsabilidade de um único operador (legal e contratual).

MÚLTIPLOS NÍVEIS ONDE USADO (MULTILEVEL WHERE-USED)
Registro de todos os componentes que lista todos os itens similares onde aquele determinado componente é usado diretamente, o nível seguinte mais elevado em que itens similares são usados e assim por diante até o nível mais elevado (nível 0).


 

Fonte autorizada:
Sindiex - Sindicato do Comércio de Exportação e Importação do Estado do Espírito Santo