GLOSSÁRIO LOGÍSTICO (T)

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TAKT TIME
Tempo necessário entre a conclusão de unidades sucessivas de um produto final, visando o atendimento de determinada demanda. O takt time é usado para estabelecer o ritmo das células e linhas em ambientes de produção.

TAMANHO DE LOTE (LOT SIZE)
Quantia de um item específico que é solicitado de uma fábrica ou fornecedor ou emitido como quantidade padrão para o processo de produção.

TAMBOR-PULMÃO-CORDA (DRUM-BUFFER-ROPE)
Uma técnica de programação desenvolvida usando a teoria das restrições. O tambor determina o tempo para a restrição primária e estabelece a taxa para que o sistema gere um valor agregado. O pulmão é um mecanismo de tempo usado para proteger estas localizações dentro de uma agenda a qual é particularmente vulnerável a quebras. A corda é o mecanismo usado para sincronizar a fábrica para a taxa de restrição e determina a liberação nas datas.

TARA (TARE)
Pesa de uma Unidade de Transporte Intermodal (Intermodal Transport Unit - ITU) ou veículo sem carga.

TARGET COSTING
veja CUSTO ALVO

TARGET MARKET
veja MERCADO ALVO

TARIFA ADICIONAL (TRANSPORTE AÉREO) (OVER PIVOT RATE)
Tarifa por quilograma a ser cobrada pelo peso global.

TARIFA COMBINADA DE TRANSPORTE (EM TRANSPORTE AÉREO) (COMBINATION JOINT RATE)
Um índice conjunto obtido pela combinação de dois ou mais índices publicados.

TARIFA DE UNITIZAÇÃO DE CARGA A GRANEL (EM TRANSPORTE AÉREO) (BULK UNITIZATION CHARGE)
Tarifa aplicada a remessas transportadas do aeroporto de partida para o de chegada, inteiramente em unitizadores de Carga.

TARIFA POR QUANTIDADE (QUANTITY CHARGE)
Índice unitário inferior ao índice normal e que se aplica a expedições que correspondem a determinadas necessidades de peso.

TAXA DE ATENDIMENTO A PEDIDO (ORDER-FILL RATIO)
Porcentagem de atendimento de um pedido ou um grupo de pedidos que podem ser completadas (preparadas e expedidas). Para algumas empresas, em particular aquelas que vendem produtos muito similares, esta taxa é um indicador chave de serviço ao cliente.

TAXA DE ATENDIMENTO DO PEDIDO (ORDER FILL RATE)
Porcentagem dos pedidos dos clientes transportados com todos os itens de linha preenchidos precisamente, assim como os pedidos originais dentro das quantidades requisitadas pelo cliente, incluindo os sinais de reabastecimento do distribuidor.

TAXA DE ATRACAÇÃO (WHARFAGE)
Uma taxa cobrada do expedidor por usar um cais para atracação, carga ou descarga de uma embarcação ou estocagem de produtos além do cais ou doca.

TAXA DE ENCARGOS GERAIS (BURDEN RATE)
Custo, geralmente expresso em unidades monetárias por hora, que se transmite normalmente no custo de cada hora padrão de produção para cobrir os gastos gerais.

TAXA DE INCENTIVO (INCENTIVE RATE)
Uma taxa que induz o transportador a transportar um alto volume por transporte.

TAXA DE LEAD TIME DO SISTEMA DE FORNECIMENTO DE PRODUTO (PRODUCT SUPPLY SYSTEM LEAD TIME RATIO)
É o tempo utilizado para fornecer a um requisitante produtos acabados para que ele possa fazer a entrega ao cliente. Isto pode ser igual ou menor que a expectativa do cliente em relação ao lead time de reabastecimento. Mede-se dividindo o lead time do fornecimento atual pelo lead time de reabastecimento esperado pelo cliente. O alvo a atingir é uma taxa de leadtime do sistema de fornecimento do produto menor ou igual a 1.

TAXA DE MANUSEIO DETERMINAL (TERMINAL HANDLING CHARGE - THC)
Quantia fixa que os armadores organizados numa Conferência Marítima cobram pelo manuseamento das mercadorias no terminal portuário. Os armadores que não pertencem a qualquer conferência (oulsiders) também estabelecem uma determinada THC.

TAXA DE VALOR LIBERADO (RELEASED-VALUE RATES)
Taxa baseada sobre o valor do transporte.

TAXA DO EXPORTADOR E DESEMBARQUE DO ARMADOR (FREE IN LINER OUT - FILO)
Condição de transporte que significa que as despesas de embarque são do exportador e as de desembarque do armador.

TÉCNICA DE INTERPOLAÇÃO DE GERENCIAMENTO DO TAMANHO DO ESTOQUE (LOTSIZE INVENTORY MANAGEMENT INTERPOLATION TECHNIQUE - LIMIT)
Técnica para identificar grupos de produtos semelhantes em tamanhos de lote para determinar o efeito que lotes económicos terão no estoque total, custos totais de setup e disponibilidade de máquina.

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (INFORMATION TECNOLOGY - IT)
Um termo geral empregado para referir a todos os aspectos da tecnologia da computação e comunicações, incluindo hardware e software, que abrange criação, arquivo, processamento, distribuição e apresentação da informação para uma variedade de empregos, incluindo negócios, educação, cientifico, pessoal, e outros.

TECNOLOGIA DE GRUPO (GROUP TECHNOLOGY)
Filosofia de engenharia e manufatura que identifica a semelhança física de peças (roteiro comum) e determina a produção mais eficaz.

TECNOLOGIA OTIMIZADA DE PRODUÇÃO (OPTIMIZED PRODUCTION TECHNOLOGY - OPT)
Conceito de gerenciamento de uma organização de manufatura que objetiva aumento do faturamento aumentando simultaneamente o processamento, reduzindo o estoque ao preço de compra e reduzindo as despesas operacionais.

TECNOLOGIAS MÓVEIS (MOBILE TECHNOLOGIES)
Normalmente se refere aos computadores básicos e tecnologias de comunicação que podem ser facilmente carregados e operados sem a necessidade de um recurso de energia externa. Como exemplos temos os notebooks, telefones celulares, e agendas eletrônicas pessoais.

TEMPO ATÉ O MERCADO (TIME-TO-MARKET)
Tempo total necessário para projeto, construção e entrega de um produto (tempo da conceituação à entrega).

TEMPO DE CICLO (CYCLE TIME)
O tempo total entre o Inicio e término de um produto no processo, incluindo lodo o trabalho em componentes. mas sem incluir a obtenção de itens adquiridos. O tempo necessário para produzir um item (capacidade de produção).

TEMPO DE CICLO DE CAIXA-A-CAIXA (CASH-TO-CASH CYCLE TIME)
Tempo entre pagamento do cliente final e do pagamento a fornecedores. Este índice é um importante indicador do desempenho da cadeia de abastecimento, refletindo o desempenho do processo de gestão de inventários e financeiro. Algumas empresas obtém valores negativos, o que significa um outro desempenho.

TEMPO DE CICLO DE OPERAÇÃO DE LOTE (LOT OPERATION CYCLE TIME)
Tempo necessário do início do setup até o final da limpeza para um lote de produção em uma dada operação. Inclui setup, produção, limpeza, e outros.

TEMPO DE CORTE (CUT-OFF TIME)
O momento até o qual se aceita registros ou carga pode ser recebida para assegurar que a carga será aceita para determinado transporte aéreo ou marítimo, ou ainda consolidação.

TEMPO DE ESPERA EM UM CANAL DE SERVIÇO (WAITING TIME ATA SERVICE CHANNEL)
Tempo de espera que surge porque uma determinada atividade foi realizada por um ou mais recursos com uma capacidade limitada. Resulta em filas e conseqüentemente em tempo de espera. Dentre os fatores determinantes encontram-se:  número de canais de serviço, fator de carga por canal de serviço,  tempo de processamento para as atividades.

TEMPO DE ESPERA
veja LEAD TIME

TEMPO DE FILA (QUEUE TIME)
Período de tempo entre a chegada do material em uma estação de trabalho e inicio de processamento do mesmo.

TEMPO DE MOVIMENTO PREDETERMINADO (PREDETERMINED MOTION TIME)
Um todo organizado de informações, procedimentos, técnicas e tempos de movimento empregado no estudo e avaliação de elementos de trabalho manual, útil na categorização e análise de todos os movimentos em elementos cujos tempos são computados conforme fatores como extensão, grau de controle muscular e precisão. Os tempos fornecem a base para calcular um padrão de tempo para as operações.

TEMPO DE PROCESSAMENTO (THROUGHPUT TIME)
Veja Tempo de Ciclo

TEMPO DE REABILITAÇÃO (BREAKING-DOWN TIME)
Tempo necessário para um centro ou estação de trabalho voltar a uma condição padrão após conclusão de uma operação.

TEMPO DE RESPOSTA (RESPONSE TIME)
O tempo decorrido ou atraso médio entre o início de uma transação e os resultados da transação.

TEMPO DE TRÂNSITO (TRANSIT TIME, TRAVEL TIME)
Padrão de tempo, que se assume em qualquer ordem, para o movimento físico de itens de uma operação à outra.

TEMPO DE TROCA DE FERRAMENTA (SETUP)
O tempo utilizado para se fazer a troca de ferramenta para se produzir um outro produto em um determinado equipamento. Medido a partir da última unidade do novo produto produzida até a primeira unidade do novo produto.

TEMPO DE VALIDADE (SHELF LIFE)
Tempo de vida de um produto, até seu vencimento.

TEMPO DO DESENVOLVIMENTO DE PROMOÇÃO (PROMOTION DEVELOPMENT LEAD TIME)
A média do tempo decorrido desde e concepção até a promoção ao consumidor para a iniciação dos eventos.

TEMPO EM TRÂNSITO (TRANSIT TIME)
Período padrão permitido considerado em qualquer pedido determinado para as movimentação de bens de uma operação para a próxima operação.

TEMPO MÉDIO DE ATRASO LOGÍSTICO (MEAN LOGISTICS DELAYTIME - MLDT)
Tempo de parada necessário para substituição de peças, fornecimento, ferramentas ou dados que estão sendo obtidos.

TENDERING LOAD NOTIFICATION
veja NOTIFICAÇÃO ELETRÔNICA DE EMBARQUE

TEORIA DAS FILAS (QUEUING THEORY)
Coleção de modelos que lida com os problemas da linha de espera, por exemplo, motivos pelos quais os clientes ou unidades que chegam a uma instalação de serviço têm de enfrentar filas de espera.

TEORIA DAS RESTRIÇÓES (THEORY OF CONSTRAINTS - TOC)
Técnica administrativa desenvolvida pelo físico israelense Eliyahu Goldratt, que consiste em identificar e eliminar as restrições (ou gargalos) em todas as atividades do negócio.

TERCEIRIZAÇÃO (OUTSOURCING)
Uso de terceiro, fabricante, transportador ou armazém para realizar funções normalmente realizadas pela própria empresa.

TERMINAIS DE RADIOFREQÜÊNCIA (RADIO-FREQUENCY TERMINALS)
Dispositivos de rádio-comunicação utilizados como uma ligação entre computadores. Os terminais RF podem ser utilizados para transferir dados entre computadores ou entre um dispositivo portátil de entrada de dados e um computador.

TERMINAL
Local em que ocorre uma alteração modal. É o local em qualquer um dos pontos de uma linha de transporte incluindo escritório, instalações de reparo ou movimentação.

TERMINAL DE FATURAMENTO (BILLING TERMINAL)
Terminal que prepara a fatura de frete para uma expedição. Normalmente, este será o terminal de origem. Entretanto, se o transportador tiver centralizado o sistema de faturamento, poderá ser o escritório geral do transportador. Por outro lado, se o transportador regionalizou o faturamento, o terminal de faturamento pode ser um terminal intermediário ou destino.

TESTE DE SOMA CUMULATIVA (CUMULATIVE SUM TEST)
Método de sinalização em que um sinal é disparado se a soma das disparidades entre o real e o previsto ultrapassar um certo limite de controle.

TEU -TWENTY FOOT EGUIVALENT UNIT
veja UNIDADE EQUIVALENTE DE TRANSPORTE

THC -TERMINAL HANDLING CHARGE
veja TAXA DE MANUSEIO DE TERMINAL

THIRD-PARTY PROVIDER
veja FORNECEDOR TERCEIRIZADO

THROUGH BILL OF LADING
veja CONHECIMENTO DE EMBARQUE COMPLETO

THROUGH ROUTE
veja ROTA COMPLETA

THROUGHPUT SPEED
veja VELOCIDADE DE PROCESSAMENTO

THROUGHPUT TIME
veja TEMPO DE PROCESSAMENTO

TIJOLOS E CIMENTO (BRICKS AND MORTAR)
Expressão utilizada para designar as empresas tradicionais (tijolos e cimento) fundamentadas no mercado físico.

TIJOLOS E CLIQUES (BRICKS ANO CLICKS)
Expressão utilizada para designar as empresas convencionais do mercado físico que adotaram práticas digitais operando num modelo híbrido.

TIME PHASING
Técnica para expressar a demanda futura, fornecimento e estoques por período de tempo.

TIPO DE EMBALAGEM (PACKAGE TYPE)
Tipo de embalagem que corresponde a um certo projeto, por exempla uma caixa com dimensões específicas.

TOC -THEORY OF CONSTRAINTS
veja TEORIA DAS RESTRIÇÕES

TOLERÂNCIA DE EXPEDIÇÃO (SHIPPING TOLERANCE)
Desvio permitido em que o fornecedor ainda pode expedir ou conforme quantidade em contrato.

TOTAL COST OF DISTRIBUTION
veja CUSTO TOTAL DA DISTRIBUIÇÃO

TOTAL LEAD TIME
veja LEAD TIME TOTAL

TOTAL PLAN
veja PLANO TOTAL

TPS -TOYOTA PRODUCTION SYSTEM
veja SISTEMA DE PRODUÇÃO DA TOYOTA

TOC -TOTAL OUALITY CONTROL
veja CONTROLE DA QUALIDADE TOTAL

TRADE PACKAGE
veja EMBALAGEM DE COMERCIALIZAÇÃO

TRADE-OFF
veja COMPENSAÇÃO

TRÁFEGO (TRAFFIC)
Departamento ou função que tem a responsabilidade de organizar a classificação mais econômica e método de expedição tanto para produtos quanto materiais que são recebidos e expedidos.

TRÁFEGO ENTRE PAÍSES (EM EXPEDIÇÃO) (CROSS TRADES)
Termo usado em expedição para os serviços de uma embarcação entre nações diferentes em vez de somente para a nação em que a embarcação é registrada.

TRAFFIC AGENT
veja TRANSITÁRIO

TRAFFIC MANAGEMENT
veja GERENCIAMENTO DO TRÁFEGO

TRAMP
veja EMBARCAÇÃO DE TRANSPORTE OCASIONAL

TRANSBORDO (TRANSHIPMENT)
Ação pela qual os produtos são transferidos de um meio de transporte para outro no decorrer de uma operação de transporte.

TRANSELEVADOR (TURRET CRANE)
Equipamento para movimentação de materiais em que os garfos tem capacidade de rotação de 180 graus para estocar e recuperar paletes de ambos os lados do equipamento em um corredor estreito.

TRANSFERÊNCIA ELETRÔNICA DE FUNDOS (ELECTRONIC FUNDS TRANSFER)
Sistema informatizado que processa as transações financeiras efetuadas entre duas partes.

TRANSFERÊNCIA INTERFÁBRICAS (INTERPLANT TRANSFER)
Expedição de uma peça ou produto de uma fábrica para outra ou divisão empresarial.

TRANSHIPMENT
veja TRANSBORDO

TRANSIT TIME, TRAVEL TIME
veja TEMPO DE TRÂNSITO

TRANSITÁRIO (TRAFFIC AGENT)
Empresa especializada na organização e gestão de toda a cadeia de transporte de mercadorias (ou parte desta), e encarregada pelo utilizador (estivador) de efetuar esse serviço. Para realizar este trabalho faz contratos, relativamente às diversas fases do transporte, com outros operadores como, por exemplo, consignatários, agentes alfandegários, agências de transporte, e outros.

TRANSPONDER
Dispositivo usado para identificação, que transmite automaticamente certos dados em códigos quando da atuação de um sinal especial de um transponder de interrogação.

TRANSPORTADOR (CARRIER)
Parte que assume o transporte de produtos de um ponto a outro.

TRANSPORTADOR CONTÍNUO (CONVEYOR)
Mecanismo que transporta materiais por mero de correias, roletas móveis, e outros.

TRANSPORTADOR CONTINUO EXTENSIVEL (ACCORDION ROLLER CONVEYOR)
Um transportador continuo de roletas com estrutura flexível que pode ser extendida ou contraída assumindo vários comprimentos.

TRANSPORTADOR CONTINUO PORTÁTIL (PORTABLE CONVEYOR)
Qualquer tipo de transportador portátil, usualmente possuindo suportes os quais permitem uma mobilidade.

TRANSPORTADOR ISENTO DE TAXAS (FREE CARRIER - FCA)
Este termo foi designado para ir de encontro com as necessidades dos transportes modernos, particularmente o transporte intermodal, transporte por contêiner ou "roll-on-roll-off", por reboques e barcos. Baseia-se no mesmo principio do FOB, apenas aqui o vendedor cumpre as suas obrigações quando entrega a mercadoria ao transportador no local designado. Se nenhum ponto exato for designado na altura do contrato de venda ambas as partes devem se referir ao local onde o transportador deverá tomar a mercadoria à sua responsabilidade. O risco de perda ou dano da mercadoria é transferido do vendedor para o comprador, naquele momento, e não na altura do embarque.

TRANSPORTADOR ISENTO (EXEMPT CARRIER)
Transportador contratado isento de regulamentação econômica.

TRANSPORTATION WAYBILL
veja CONHECIMENTO DE TRANSPORTE

TRANSPORTE ACOMPANHADO (ACCOMPANIED TRANSPORT)
Transporte de veículos rodoviários por outro tipo de transporte (via férrea, por exemplo) acompanhado do motorista.

TRANSPORTE COMBINADO (COMBINED TRANSPORT)
Transporte intermodal onde a principal parte da fornada é via ferroviária, fluvial ou marítima e qualquer transporte inicial e/ou final por terra é o mais curto possível. Refere-se ao transporte de um veículo de transporte por outro (piggy back), como, por exemplo, uma carreta transportada por uma vagão ferroviário ou por um ferry boat.

TRANSPORTE COORDENADO (COORDINATED TRANSPORTATION)
Dois ou mais transportadores de diferentes tipos transportando uma expedição.

TRANSPORTE DE ARTIGOS PERIGOSOS (ARTICLES DANGEREUX DE ROUTE - ADR)
Acordo europeu relacionado ao transporte internacional de produtos perigosos em rodovias.

TRANSPORTE E SEGURO PAGO ATÉ (CARRIAGE ANO INSURANCE PAID TO - CIP)
Significa que o vendedor transfere os bens ao transportador designado, porém o vendedor deve pagar, adicionalmente, as despesas de transporte necessárias para levar os bens até o local de destino designado. Isto significa que o comprador deve assumir os riscos e outras despesas surgidas após a entrega dos bens. Porém, no CIP, o vendedor deve, também, providenciar o seguro dos bens contra riscos de perda ou danos durante o transporte.

TRANSPORTE INTERMODAL (INTERMODAL TRANSPORT)
Expedições movidas por tipos diferentes de equipamentos, combinando as melhores características de cada modelo.
Uso de dois ou mais tipos diferentes de transportadores no movimento completo de uma expedição.

TRANSPORTE MULTIMODAL (MULTIMODAL TRANSPORTATION)
É um conceito institucional que envolve a movimentação de bens por dois ou mais modos de transporte, sob um único conhecimento de transporte, o qual é emitido por um Operador de Transporte Multimodal - OTM que assume, frente ao embarcador, total responsabilidade pela operação, desde a origem até o destino, como um transportador principal, e não como um agente.

TRANSPORTE PAGO ATÉ (CARRIAGE PAID TO - CM)
Termo pelo qual o comprador paga o frete de carregamento para o destino. O risco de perda ou dano dos produtos, bem como quaisquer custos adicionais devido a eventos que ocorrerem depois do momento que os produtos tiverem sido entregues ao transportador, é transferido do vendedor para o comprador quando os produtos tiverem sido entregues a um transportador. "Transportado" aqui, leia-se qualquer pessoa que, em um contrato de transporte, assuma realizar ou providenciar a realização do transporte seja via terrestre, férrea, marítima, aérea ou outro, ou então de uma combinação deles. Se forem utilizados transportadores subseqüêntes, o risco passa quando os produtos tiverem sido entregues ao primeiro transportador. Este termo exige que o vendedor libere os produtos para exportação.

TRANSPORTE PIGGYBACK (PIGGYBACK TRANSPORT)
Transporte combinado via rodovia ou ferrovia.

TRANSPORTE VAI-VÉM (SHUTTLE SERVICE)
Transporte de ida e volta em uma rota geralmente curta entre dois pontos.

TROCA DE FERRAMENTA EM MINUTO SIMPLES (SINGLE MINUTE EXCHANGE OF DIE - SMED)
O termo foi usado primeiramente pelo especialista japonês em manufatura Shigeo Shingo, como uma abordagem à redução de tempos de setup que visa reduzir todos os tempos de setup para menos de 10 minutos.

TRONCO l LINHA PRINCIPAL (TRUNK)
Extensão que interliga dois hubs mutuamente.

TURRET CRANE
veja TRANSELEVADOR

TWO-BIN SYSTEM
veja SISTEMA DUAS CAIXAS

 

Fonte autorizada:
Sindiex - Sindicato do Comércio de Exportação e Importação do Estado do Espírito Santo