• RESULTADOS GERAIS Na 2ª semana de março, a balança comercial apresentou exportações de US$ 2,515 bilhões e importações de US$ 2,377 bilhões, resultando em superávit de US$ 138 milhões. Até a 2ª semana de março, as exportações acumulam US$ 5,197 bilhões e as importações, US$ 4,775 bilhões, com superávit de US$ 422 milhões. No ano, as exportações totalizam US$ 24,567 bilhões e as importações, US$ 22,902 bilhões, com saldo positivo de US$ 1,665 bilhão.
• ANÁLISE DA SEMANA A média das exportações da 2ª semana chegou a US$ 503,0 milhões, 6,2% inferior à média de US$ 536,4 milhões da 1ª semana, em razão da retração nas vendas das três categorias de produtos: semimanufaturados (-21,2%, de US$ 67,9 milhões para US$ 53,5 milhões, por conta, principalmente, de açúcar em bruto, celulose, ferro-ligas, couros e peles e óleo de soja em bruto), manufaturados (-5,3%, de US$ 264,4 milhões para US$ 250,3 milhões, principalmente, aviões, veículos automóveis, autopeças, motores e geradores, calçados e aparelhos transmissores/receptores) e básicos (-2,2%, de US$ 191,0 milhões para US$ 186,8 milhões, por conta, principalmente, de petróleo em bruto, carne de frango, farelo de soja e milho em grão). Do lado das importações, houve redução de 0,9%, sobre igual período comparativo (média da 2ªsemana/média da 1ªsemana), motivado, principalmente, pela queda dos gastos com equipamentos eletroeletrônicos, veículos automóveis e partes, químicos orgânicos/inorgânicos, farmacêuticos e siderúrgicos.
• ANÁLISE DO MÊS Nas exportações, comparadas as médias até a segunda semana de março/2009 (US$ 519,7 milhões) com a de março/2008 (US$ 630,7 milhões), houve decréscimo de 17,6%, em razão do declínio de produtos manufaturados (-26,3%, de US$ 349,4 milhões para US$ 257,3 milhões, em razão de aviões, autopeças, aparelhos transmissores/receptores, calçados, automóveis, pneumáticos e polímeros plásticos) e semimanufaturados (-26,2%, de US$ 82,3 milhões para US$ 60,7 milhões, por conta de óleo de soja em bruto, couros e peles, ferro-fundido, celulose, alumínio em bruto e ferro-ligas), enquanto registraram crescimento os produtos básicos (+3,1%, de US$ 183,2 milhões para US$ 188,9 milhões, por conta, principalmente, de minério de ferro, soja em grão, fumo em folhas e algodão em bruto). Relativamente a fevereiro/2009, a média diária das exportações retrocedeu 2,4% (de US$ 532,7 milhões para US$ 519,7 milhões), devido à queda de produtos semimanufaturados (-16,2%, de US$ 72,4 milhões para US$ 60,7 milhões) e básicos (-2,5%, de US$ 193,8 milhões para US$ 188,9 milhões), enquanto os manufaturados mantiveram-se estáveis, US$ 257,3 milhões. Nas importações, a média diária até a segunda semana de março/2009, de US$ 477,5 milhões, ficou 17,8% abaixo da média de março/2008 (US$ 581,3 milhões) e 9,9% superior a fevereiro/2009 (US$ 434,5 milhões). No comparativo com março/2008, caíram os gastos, principalmente, com cobre e suas obras (-52,2%), combustíveis e lubrificantes (-40,8%), borracha e obras (-35,9%), veículos automóveis e partes (-23,9%) e equipamentos elétricos/eletrônicos (-17,5%). Em relação a fevereiro/2009, houve crescimento nos seguintes produtos: cobre e suas obras (+68,2%), combustíveis e lubrificantes (+47,1%), farmacêuticos (+26,1%), equipamentos elétricos/eletrônicos (+24,0%), cereais e produtos de moagem (+23,9%), aeronaves e peças (+11,1%) e veículos automóveis e partes (+10,3%).
Fonte: SECEX/DEPLA
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