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Resumo de Notícias da Semana 24

Grupo Pinho
March 3, 2022

Brasil é o 31º. país chancelado pela ICC para emitir certificado de origem não preferencial com selo de qualidade

É oficial! O Sistema COD Brasil, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), está preparado e passa a emitir os certificados de origem não preferenciais com selo de qualidade da International Chamber of Commerce (ICC) a partir dessa semana. O documento é fundamental para garantir a origem e a competitividade dos produtos das empresas brasileiras no mundo.

O Brasil é o 31º país a receber a chancela do ICC e, com isso, agrega credibilidade e rastreabilidade a esse documento, que garante a origem dos produtos. O selo poderá ser usado por 24 federações de indústrias, as únicas do Brasil que têm esse selo.

Há mais de 10 anos, a CNI e as federações das indústrias emitem certificados de origem de forma segura, moderna e de acordo com as normas mais atuais.

“Agora que recebemos o selo de qualidade da ICC para nossos certificados de origem, confirmamos o alto nível de nosso serviço e processos de conformidade no apoio às empresas em suas estratégias de exportação”, explica o coordenador de Internacionalização da CNI, Felipe Spaniol.

Para que serve o COD?

Entenda em quais situações o Certificado de Origem pode ser usado e quais as diferenças entre o COD preferencial e o não preferencial.

Plataforma moderna garante emissão do COD de maneira ágil

Em 2020, a CNI lançou uma plataforma para a emissão do COD para exportadores brasileiros. Com identidade visual mais moderna, numa plataforma mais ágil e intuitiva, o sistema permite que o empresário emita de forma simplificada o documento que garante ao produto brasileiro benefícios tarifários em 24 países.

Além da vantagem econômica, no contexto da pandemia de Covid-19, o COD reduz a circulação de papeis e pessoas, que podem se tornar vetores da doença.

Presente nas federações de indústrias, a Rede Brasileira de Centros Internacionais de Negócios (Rede CIN) promove a internacionalização das empresas brasileiras por meio da oferta de um conjunto de serviços customizados a suas necessidades.

Fonte: Comex do Brasil 

BID anuncia apoio ao Ministério da Economia na adesão do Brasil à OCDE

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) anunciou nesta terça-feira (14) que ampliará o apoio técnico ao Ministério da Economia (ME) para auxiliar no processo de entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Além disso, o BID apresentou uma análise que aponta avanços na gestão e nas políticas do ME já em linha com práticas adotadas por países que integram a organização.

O Presidente do BID, Mauricio Claver-Carone, e o Secretário-Executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys, assinaram um ato protocolar para formalizar o trabalho que o BID conduzirá em conjunto com o Ministério para apoiar os esforços do Brasil em ingressar na OCDE.

As ações previstas incluem a preparação de estudos com planos de ação para adoção de boas práticas preconizadas pela OCDE em áreas de política pública sob o mandato do ME, além da organização de encontros com autoridades de países-membros da OCDE, especialistas internacionais e instituições do setor privado e da sociedade civil brasileiras para promover ampla participação nas discussões técnicas do processo de acessão.

Também estão previstas atividades de fortalecimento institucional da Secretaria de Assuntos Econômicos Internacionais (SAIN) para a coordenação e monitoramento, no Ministério da Economia, do processo de entrada na OCDE.

Estudo indica alinhamento a boas práticas

Além das ações previstas, o BID já tem trabalhado com as equipes do ministério trazendo boas práticas dos países da OCDE. Um estudo de benchmarking realizado no contexto da fusão de cinco pastas no novo ME aponta que várias iniciativas introduzidas para aperfeiçoamento da gestão e de políticas públicas sob o seu mandato estão alinhadas com práticas dos países da organização internacional.

A análise contou com a participação de especialistas de países-membros da OCDE e de outros países da América Latina, incluindo ex-ministros, o que permitiu comparar modelos internacionais e identificar iniciativas que podem servir de inspiração para o Brasil.

Em relação ao desenvolvimento da infraestrutura brasileira, por exemplo, o estudo destaca a criação de um comitê interministerial de planejamento e a integração de um plano de longo prazo que se assemelha a reformas recentes realizadas na Austrália, Canadá e Reino Unido.

No capítulo relacionado à gestão orçamentária, o estudo apresenta como ponto positivo a centralização da gestão das áreas de TI, recursos humanos, logística e outras, como parte do programa TransformaGov, o que resultou em maior eficiência do gasto público, em uma transformação similar ao modelo adotado pelo Reino Unido.

Fonte: Comex do Brasil 

Nos cinco primeiros meses, exportações de carga geral pelo Paraná aumentaram 7%

A exportação de carga geral pelos terminais dos portos de Paranaguá e Antonina registrou alta de quase 12% no mês de maio. Neste ano, nos 31 dias do mês, foram embarcadas 757.603 toneladas de produtos. No ano passado, foram 653.609 toneladas.

Acumulado - No acumulado dos primeiros cinco meses do ano, o aumento registrado foi de 7% em relação ao mesmo período do ano passado. De janeiro a maio, os operadores carregaram 3.410.844 toneladas de mercadoria. Em 2021, no mesmo período, foram embarcadas 3.187.361 toneladas.

Cargas - Depois dos granéis sólidos, o segmento de carga geral é o que mais movimenta os portos paranaenses. São cargas em contêineres e veículos, além de produtos em sacas, fardos ou unidades, carregados direto nos porões dos navios.

Diversificado - “O que temos observado nesse segmento é que – além do aumento – também estão ficando mais diversificados os produtos de carga geral embarcados por aqui”, diz o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

2021 - Em 2021, de janeiro a maio, além do açúcar em sacas, celulose, veículos e contêineres, no sentido exportação houve apenas o embarque de pás-carregadoras. Neste ano, ainda foram carregados produtos como bobinadoras-esticadoras, carrocerias para veículos, farinha de milho (sacas), madeira, papel e painéis de fibras de madeira. “Em especial, esses últimos produtos, ou seja, a madeira e os derivados, são itens que voltam a ser embarcados em navios de carga geral”, afirma Garcia.

Destaques - O volume de carga exportada em contêineres subiu 8,16%, passando de 2.472.711 toneladas nos cinco primeiros meses de 2021 para 2.674.448 toneladas neste ano.

Celulose - O aumento registrado no embarque da celulose foi ainda maior: 18%. Enquanto de janeiro a maio no ano passado foram carregadas 278.216 toneladas do produto, neste ano foram 328.320 toneladas.

Açúcar - O terceiro produto mais exportado, no segmento, foi o açúcar em saca: 268.897 toneladas embarcadas, cerca de 109 mil toneladas a menos que no ano passado. (Agência Estadual de Notícias)

Fonte: Sistema Ocepar

Brasil aumenta importação de fertilizantes em mais de 16%

Segundo levantamento de agência marítima, volume adquirido nos cinco primeiros meses de 2022 superou as 16 milhões de toneladas

As importações brasileiras de fertilizantes tiveram, até maio deste ano, um aumento de 16,5% em comparação com o volume adquirido no ano passado. Segundo dados da agência marítima Cargonave, o país importou mais de 16 milhões de toneladas de insumos.

Em entrevista à CNN, o diretor-executivo da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), Ricardo Tortorella, falou sobre a alta nos volumes e as possíveis causas.

“Ao confirmar que as importações de fertilizantes estão crescendo, devo destacar três principais pontos. O primeiro é que nós estamos conseguindo abastecer o Brasil e podemos seguir na busca de mais uma safra recorde”, disse.

“Em segundo lugar, exatamente porque existiam dúvidas sobre o fluxo de importações, também é possível esperar que a produção nacional esteja aumentando. Em terceiro, as sanções que o mundo impõe à Rússia ainda estão sendo decisivas. Mais importações de fertilizantes e maior produção nacional sinalizam uma melhor expectativa para o nosso produtor rural.”

Fonte: CNN Brasil

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