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Resumo de Notícias da Semana 35

Grupo Pinho
March 3, 2022

Você sabia? Brasil é exportador de jumentos, tilápias e milho de pipoca

Entre os anos de 2000 e 2019, o Brasil ocupou a segunda posição da lista dos maiores exportadores de soja no mundo, atrás dos Estados Unidos. No ano passado, passou a liderar essa lista, com a venda de 84 milhões de toneladas de soja, o que representa 50% do comércio mundial do grão.

O país também é considerado o segundo maior exportador de milho, com 38 milhões de toneladas, algodão, com 2,4 milhões de toneladas e açúcar, com 30,8 milhões de toneladas. Isso, sem falar em carnes - de frango, de boi e de porco.

No entanto, na lista dos itens exportáveis do agronegócio, há produtos que, apesar de não chamarem tanta atenção, por não fazerem parte do grupo das commoditties, são bastante atraentes no mercado internacional, tanto para produtores rurais como para empresas. Milho pipoca, peixes cultivados e até carnes e pele de jumentos são alguns deles e a demanda, desde o início da pandemia, só aumentou.

Segundo dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), em 2020, o Brasil exportou 98,9 mil toneladas de milho para pipoca, 7,6 mil toneladas de avocado, 6,9 mil toneladas de tilápia e quase 90 mil jumentos.

Exportadores cobram ação do governo contra “apagão” de contêineres

Os exportadores do agronegócio brasileiro cobram uma maior participação do governo federal no debate de soluções para o “apagão” de contêineres que o setor encara em meio à pandemia de covid-19. Segundo apurou o jornal Valor, há descontentamento com a falta de diálogo, e iniciativa, do Executivo nas discussões de um problema que está tirando a competitividade dos embarques, que têm grande peso na balança comercial do país.

As conversas se desenrolam, até o momento, dentro do Instituto Pensar Agro (IPA). Nos próximos dias, entidades do agro deverão enviar uma carta ao governo, em especial ao Ministério da Infraestrutura, com pedido de ajuda e algumas sugestões para lidar com a crise logística. “Nós aguardávamos um aceno oficial do governo, mas isso não ocorreu até agora. O setor está ávido para falar e ser ouvido”, disse ao jornal uma fonte a par do assunto.

No cardápio de possibilidades ainda em debate, estão sugestões para melhorar a infraestrutura portuária, diminuir burocracia e taxas, incentivar a abertura de novas rotas

Balanço da Portos do Paraná aponta aumento na participação ferroviária no transporte

Das 34,89 milhões de toneladas de cargas que chegaram ou saíram do Porto de Paranaguá, entre janeiro e julho deste ano, 6,72 milhões foram transportadas em vagões. O volume corresponde a 19,3% do total.

A participação do modal ferroviário no transporte dos produtos, nos sete meses deste ano, está 29,5% maior do que no mesmo período de 2020. No ano passado, das 33,3 milhões de toneladas importadas e exportadas, 14,9% (4,97 milhões de toneladas) foram transportadas em trens.

“Considerando a movimentação mensal, o aumento observado é ainda maior. No último mês de julho, 20,8% da carga chegou ou saiu dos portos do Paraná em vagões”, diz o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Governo Federal assina contrato de ferrovia que garante R$ 3,3 bilhões em investimentos privados

O  Governo Federal assinou, na última semana, o contrato com a Bamin (Bahia Mineração S/A) pela concessão da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), referente ao trecho entre Ilhéus e Caetité, por um período de 35 anos.

Leiloada em abril, a Fiol 1 receberá investimentos privados de R $3,3 bilhões, sendo que cerca de R $1,6 bilhão será usado para o término do segmento de 537 quilômetros, hoje com 75% das obras concluídas.

Quando estiver pronta, a Fiol será um corredor de escoamento com 1.527 quilômetros de trilhos, ligando o futuro porto de Ilhéus, no litoral baiano, ao município de Figueirópolis, em Tocantins, ponto em que se conectará com a Ferrovia Norte-Sul e o restante do país.

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